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Raupp: “Simon e Jarbas podem voltar se assumirem compromisso com a bancada”

O líder do PMDB no Senado, Valdir Raupp (RO), afirmou que os senadores Pedro Simon (RS) e Jarbas Vasconcelos (PE) poderão retornar aos seus cargos na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) se estiverem dispostos a seguir as orientações definidas pela bancada do partido no colegiado. “Não vejo nenhum problema, cedo até a minha vaga na comissão, mas desde que haja um alinhamento e um compromisso dos dois senadores perante a bancada”, disse o líder.

Na quinta-feira passada, Simon e Jarbas foram substituídos por Almeida Lima (SE) e Paulo Duque (RJ). Falando de Simon com muito respeito, Valdir Raupp lamentou que os votos dos dois senadores na comissão vinham sendo sistematicamente contra as orientações da bancada, o que o levou a fazer a substituição. “O Pedro (Simon) até que não é problema, ele vota de vez em quando com a bancada, ou se abstém. Já o Jarbas trouxe para o Senado uma aliança histórica que tem em Pernambuco com o DEM. Ele participa das reuniões do DEM e não participa das nossas”, disse Raupp.

O presidente nacional do PMDB, Michel Temer, afirmou que pretende reunir o Conselho Nacional do partido na próxima semana para trabalhar por uma solução que restabeleça a unidade da bancada do partido no Senado.

Líderes partidários, entre os quais o ex-governador Orestes Quércia declararam seu apoio à iniciativa de Michel Temer. Para Quércia, o PMDB não pode abrir mão de nomes como os senadores Pedro Simon e Jarbas Vasconcelos.

Apesar do senador Valter Pereira (MS) dizer que não houve reunião para debater a substituição de Simon e Jarbas, o que o senador Wellington Salgado (MG) contradiz, o certo é que dos 19 senadores da bancada, apenas 7 externaram sua posição: Garibaldi Alves (RN), Mão Santa, Gerson Camata (ES), Valter Pereira, Geraldo Mesquita (AC) e os próprios Jarbas Vasconcelos e Pedro Simon.

“A gente já havia discutido isso internamente. É uma coisa perfeitamente natural. Há muito tempo, eles não seguem a orientação do partido. Já me inspirei muito neles. Mas os membros da bancada têm que seguir a orientação do partido. Nas comissões é prerrogativa”, disse Raupp.

O líder explicou que o PMDB agiu como os demais partidos: afastou da comissão parlamentares que insistiam em votar apenas de acordo com uma orientação pessoal. Ele lembrou o caso de Jonas Pinheiro e Jayme Campos, ambos do DEM/PFL de Mato Grosso, que tiveram de pedir autorização do partido para votarem a favor da indicação de Luiz Pagot para o Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transportes (Dnit).

Valdir Raupp reiterou que os parlamentares devem fidelidade às orientações do partido. “Será que só o PMDB tem de liberar dois membros de sua bancada em uma comissão?”, questionou.
 

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