Para o dirigente coreano foi uma vitória decisiva para a restauração nacional
 
“A batalha de Pochombo caiu como raio em céu claro sobre os imperialistas”

Esta matéria é baseada nos capítulos As chamas de Pochombo (1 e 2) do 5º tomo do livro de memórias de Kim Il Sung No Transcurso do Século“Em síntese pode-se dizer que a batalha de Pochombo foi como o encontro duma mãe com seus filhos obrigados a separar-se à força”, afirma Kim Il Sung.

“Em outras palavras, é justo afirmar que foi um ponto decisivo que canalizou a restauração da história da  nacional. Entre os principais combates da Guerra Antija-ponesa a coloco em primeiro lugar”, prossegue o dirigente.

“O objetivo consistiu em estabelecermos um precedente para o nascimento da nação. Sob a consigna da revolução antiimperialista e antifeudal impulsionamos a Revolução Antijaponesa, tanto pela luta armada, como criando organizações do partido e desenvolvendo o movimento da frente unida antiimperialista.

Kim Il Sung situa o início da Revolução Antijaponesa na segunda metade da década de 1920. Relata que na Conferência de Nanhutou (27 fevereiro a 3 de março de 1936) foi debatida fundamentalmente a questão de extender a luta armada ao interior do país.

“Até a primeira metade dos anos 30 o cenário principal de nossas operações foi a Manchúria”, acrescenta Kim. “ Ainda que frequentássemos o interior do país e até depois da fundação da guerrilha antijaponesa isto não passava de ações limitadas.

“Nossas ações estavam fundamentalmente na etapa de acúmulo de forças.  

BALANÇO 

“Na primavera de 1937, em Xigang fizemos um balanço de vários anos de luta armada e nos colocamos como tarefa imediata a marcha de grandes unidades ao interior do país. Naquele tempo muitos habitantes tinham uma falsa imagem da potência do exército japonês. Ao verem que devorava a Manchúria pensaram que no mundo não havia outro capaz de vencê-lo. Inclusive havia os que diziam que travar uma guerra contra um país poderoso como o  Japão resultava em um ato tão absurdo e insensato como tratar de quebrar uma pedra com um ovo.

“Para enfrentar a ação da droga que esta concepção representava e que adomecia a consciência revolucionária necessitava-se romper o mito.

Os cinco anos incessantes de guerrilha “que havíamos desenvolvido tendo Jindao Norte e Jindao Oeste como centros transformavam em trapos este mito sobre o  Japão. Não obstante, a rigorosa proibição de informações e a propaganda tergiversada impediam que chegassem, tal como ocorridos de fato, ao interior do país.

“Se irrompêssemos no país com uma grande unidade, o resultado seria que toda a terra pátria estremeceria de admiração e emoção. Os compatriotas se alegrariam de ter um exército capaz de derrotar o imperialismo japonês e independentizar a Corea.

“Na primavera de 1937 emitiram a ordem de formularem em japonês todos os documentos oficiais dos escritórios governamentais.

“Eu não podia conter a crescente indignação. Se um homem perde seu idioma, isto o converte em um tonto carente de faculdade congnitiva. Pode-se afirmar que o idioma é alma da nação. Por isso, proibí-lo, suprimí-lo é como cortar a língua a todos os membros da nação e aplastrar seu espírito.  Nunca conheci colonialistas tão cínicos e desavergonhados que arrebatavam até o idioma de outra nação e a obrigavam a rezar no santuário de sua religião.

“Para o assalto a Pochombo primeiro devemos efetuar um ataque relâmpago no qual centenas de guerrilheiros devem burlar em um átimo a densa rede de vigilância fronteiriça e cair sobre o inimigo para depois recuarmos com igual rapidez”, afirmou ao reunir os comandantes que participariam do ataque.

“Em segundo lugar”, prosseguiu, “deve ser possível uma poderosa e intensa agitação e propaganda política”.

“Foi assim, com um sentimento de quem vai rever seus saudosos pais depois de uma longa separação”, afirmou. Para realizar o ataque, Kim Il Sung atuou com três unidades, cada uma avançando em direção diferente.

“Cruzamos o Amrok [rio que separa a Coréia da Manchúria] na madrugada de 3 de junho.

“Na zona fronteiriça, em torno dos edifícios das estações e portos, estavam abertas trincheiras e erguidos fortins com barreiras artificiais tais como muros de barro, arames ou cercas de madeira. Dizia-se que todos os organismos de polícia nas margens do rio tinham metralhadoras, binóculos e barcos. A situação era tal que parecia quase impossível que uma grande unidade penetrasse o país.

“Essa tremenda vigilância fronteiriça não pôde fazer-nos vacilar. Após atravessarmos o Amrok, escalamos o Konjang-dock sem perda de tempo. Era uma colina coberta com bosque, ali instalamos sentinelas e permanecemos por uma noite.

“Na manhã seguinte no bosque de Konjangdok, iniciamos a preparação do combate, redigimos folhetos e convocamos uma reunião dos comandantes organizamos a exploração do terreno.

“Ao anoitecer saímos do bosque e entramos na cidade, dividimos o destacamento em vários grupos. Estabeleci o posto de comando sob uma arvore à entrada da rua que distava cerca de 100 metros do posto policial, alvo principal do nosso ataque.

“Às 22:00 h em ponto levantei a pistola e apertei o gatilho. Tudo o que eu quis falar aos compatriotas do interior do país durante mais de 10 anos foi dito pelo som do disparo que se espargia na aldeia envolta pela noite. Como cantaram os poetas esta era uma saudação que dirigíamos a nossa mãe pátria pelo encontro e um sinal de chamada ao tribunal de castigo para os bandidos imperialistas japoneses.

“De imediato, de todas as partes soaram estreptosos tiroteios, as organizações inimigas eram destruídas. O golpe principal foi dirigido ao posto de policia, baluarte de toda sorte de repressões e atrocidades. A metralhadora de O Paek Riong deitou fogo sobre a janela do edifício. Os enlaces vinham correndo uns depois dos outros ao posto onde me localizava e me colocavam a par do desenrolar da batalha. Repetia-lhes que transmitissem minha ordem de não causar nenhum dano aos habitantes.

“Entramos no centro da cidade. De cada rua e viela começaram a chegar pessoas, atendendo ao chamado de camaradas que se espalharam pelas ruas. A esse respeito, o poeta Jo Kim Chong expressou: ‘A população transbordara com um mar agitado’. Tirei o meu gorro e fiz um pronunciamento denunciando os colonialistas japoneses e destacando: ‘Compatriotas, voltaremos a ver-nos no dia da libertação do país’”. 

TERRA 

“Quando nossa unidade voltou ao bosque, aconteceu algo inesperado: os guerrilheiros se dispersaram para pegar um punhado de terra. Era pouco comparado com os 220 mil km² do território nacional com os seus 23 milhões de compatriotas, mas, para eles era tão precioso como a pátria inteira, hoje levamos um punhado de terra, amanhã libertaremos todo o país era o que afirmávamos.

“A batalha de Pochombo foi uma operação que cristalizou em um grau supremo o formato da guerra de guerrilhas. Foi bem articulada enquanto a definição do seu objetivo, momento do ataque, assegurando a surpresa e combinando com ele os pronunciamentos à luz das chamas.

“A batalha de Pochombo foi uma operação formidável que assestou um golpe fenomenal aos imperialistas japoneses que se portavam como o imperador da Ásia na Coréia e na Manchúria. Foi como um raio em céu sereno que se precipitou sobre eles. O fato teve eco em escala mundial. A Coréia contava com um exército revolucionário capaz de golpear sem piedade o éxercito do Japão que se orgulhava de ser uma das cinco potências do mundo.  Essas chamas no céu noturno de Pochombo, na terra pátria eram como uma aurora que anunciava o renascimento da nação. Jornais japoneses, chinesas e os soviéticos Pravda e Krasna Znamya, não economizaram palavras sobre ele.

“Ela manifestou a vontade revolucionária e o espírito combativo do nosso povo para por fim à dominação colonial do imperialismo japonês e resgatar a soberania da nação. Com ela os comunistas coreanos mostraram sua firme posição antiimperialista e de protagonistas principais da luta armada anti-japonesa. O seu maior significado consiste em ter insuflado a convicção de que mediante a luta pode-se alcaçar infalivelmente a libertação nacional. Pochombo criou uma condição favorável para aglutinar as personalidades patrióticas de diversas classes sociais em torno da frente unida nacional anti-japonesa.


Primeira Página

 

Página 2

 
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Página 3

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Página 4

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Página 5

 

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Cartas

 

Página 6

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 “A batalha de Pochombo caiu como raio em céu claro sobre os imperialistas”

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Página 7

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Página 8

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