Câmara do DF investiga fraudes cometidas por Roriz e Arruda em programa de desenvolvimento

A Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou, no último dia 03, a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a suspeita de fraude e pagamento de propina no Programa de Promoção do Desenvolvimento Econômico Integrado e Sustentável (Pró-DF) entre os anos de 1999 e 2010.

O período da investigação parlamentar compreende os governos de Joaquim Roriz e José Roberto Arruda, ambos acusados de envolvimento em esquemas de corrupção e pagamento de propina durante suas gestões à frente do DF.

O alvo da comissão são as irregularidades ocorridas na execução dos programas de apoio ao empreendimento produtivo do Pró-DF, no período compreendido entre julho de 1999 a dezembro de 2010.

Em fevereiro, o governador do DF, Agnelo Queiroz, suspendeu por um período de 90 dias, os benefícios do programa. A suspensão tinha como objetivo a realização de auditoria nos contratos do programa que concede incentivos fiscais e econômicos para empresas se instalarem em Brasília e nas suas cidades-satélites, gerando emprego e renda.

“Estamos dando um basta na utilização das terras públicas por aqueles que não cumprem o objetivo de desenvolvimento econômico, que servirá para garantir o futuro da cidade”, afirmou Agnelo na época.


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