Para pré-candidatos, pesquisa Datafolha não apresenta quadro eleitoral consolidado em SPOs diversos pré-candidatos a prefeito de São Paulo comentaram sobre a recente pesquisa do Datafolha que mostrou José Serra na frente com 30% das intenções de voto. “Pesquisa é muito recall. Ela reflete o que aconteceu para trás. Estamos num processo de prévias no partido”, minimixzou Ricardo Trípoli (PSDB). “Qualquer um com a exposição que teve o Serra nos últimos dias ia crescer na pesquisa”, acrescentou José Aníbal, também do PSDB, referindo-se à pesquisa. “No caso do Serra, faz 16 anos que, em todas eleições, ele é candidato a prefeito (três vezes), governador (uma vez) e presidente (duas vezes). No mais, recomendo aos amigos e militantes do PSDB a leitura integral da pesquisa. Tem boas indicações”, também relativizou o secretário estadual de Energia de São Paulo, José Aníbal, acrescentando que “a propósito de recall, recordamos que as eleições para prefeito serão daqui a sete meses”. O candidato do PMDB, Gabriel Chalita, destacou que “a pesquisa diz que mais de 60% da população não confia nele”. “Dizem que ele está mentindo, que não vai cumprir o que prometeu”, assinalou. “O que vejo nessa pesquisa são duas grandes debilidades: a de Serra, que supostamente já tem 30% do eleitorado, mas precisa manobrar para protelar a prévia de seu próprio partido; e a do PT, de disputar uma eleição com essa taxa de crescimento do PIB de menos de 3%, quando os países emergentes e nossos vizinhos da América do Sul crescem acima de 6%. Isso, sem dúvida levará o eleitor a dar atenção cada vez maior às propostas dos demais partidos para a cidade de São Paulo e para o Brasil”, afirmou o engenheiro Miguel Manso, pré-candidato do Partido Pátria Livre (PPL). Segundo o ex-prefeito do Rio de Janeiro, César Maia (Dem), José Serra trabalha com afinco nos bastidores para torpedear as prévias do PSDB. De acordo com Maia, “Serra não gosta de prévias. Em 2010 não quis participar com Aécio. Agora não quer com os 2 restantes”. Sobre o fato do seu nome não constar na pesquisa Datafolha, Miguel Manso disse: “A Folha estabelece critérios para definir o que é o que não é relevante a partir de seus interesses. Mas estes estão longe de serem iguais para todos. Ela não vê a força do PPL e das propostas do PPL, mas muita gente vê. E com o andar da carruagem nos ignorar vai acabar saindo mais caro”. Já o ex-governador José Serra (PSDB) disse que recebeu com “agrado” a pesquisa Datafolha, divulgada no sábado, em que ele subiu nove pontos percentuais e chegou a 30% das intenções de voto. O tucano, entretanto, classificou como prematura qualquer projeção dos números para os próximos meses. O pré-candidato do PT, Fernando Haddad, disse que sua situação na pesquisa reflete o fato de que “é talvez o único estreante”. "A campanha não começou. Temos tempo para que tudo esteja arrumado”, disse Haddad, que é reforçado pelo presidente municipal do PT, Antônio Donato. “Recebemos os números com tranquilidade. A eleição ainda está distante e os nomes bem colocados já participaram de outras disputas, portanto, têm um recall grande”, afirmou ele, em nota. O PT diz que não vai mudar os rumos da campanha. O segundo colocado na pesquisa, Celso Russomanno, do PRB, comemorou o resultado e reafirmou sua candidatura, desprezando a vantagem de Serra pelo Datafolha. “Minha candidatura está de pé, Serra não me desestabilizou. Estou muito feliz com os números da pesquisa, afinal nunca fui prefeito, nem governador”, disse em nota. |
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Capa
Página 2
PIB de 2,7%
nada teve a ver com a crise dos países imperialistas
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Para empresários e centrais, PIB menor é resultado dos juros altos e do câmbio Com Selic a 9,75%, diferencial de juros estimula “tsunami monetário” Produção industrial do país inicia 2012 com queda de 2,1% ERRATA Expediente Demóstenes é amigo do peito de contraventor, descobre PF Ministra Cármen Lúcia será a primeira mulher a presidir o TSE Para pré-candidatos, pesquisa Datafolha não apresenta quadro eleitoral consolidado em SP O primo mais esperto de José Serra (III) Brasil afasta-se dos Brics e vota contra a Síria na ONU (4) Emenda aprovada na CCJ do Senado volta a permitir filiação a partido novo sem perder mandato Página 4Caminhoneiros param São Paulo contra proibição de circulação 58,4% dos que se formam no ensino médio em SP não possuem conhecimentos básicos de matemática Anfip inicia mobilização no Senado contra a privatização da previdência Projeto de Lei criminaliza exigência de cheque caução em hospitais privados Governo só liberou 30 vistos para haitianos entrarem no país durante o mês de fevereiro Entidades cobram em manifesto ação contra desmonte da indústria Centrais e estudantes tomam as ruas de São Paulo, Brasília e Porto Alegre por menos juros Servidores criticam discurso de “austeridade fiscal” do governo durante a retomada das negociações Trabalhadores da Celpa param contra a falta de pagamento
França tem 385 fábricas a
menos do que em 2009, no início da crise
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Governo sírio reconstrói
escola e hospital destruídos pelos sabotadores em Homs “Rússia não permitirá que abram caminho na ONU para intervir na Síria”, afirmou Putin Chanceler russo denuncia campo de treinamento de mercenários na Líbia para agredir a Síriaa Posições assumidas e não a fraude levaram Putin a vitória Página 7
Procurador-geral acha legítimo que Obama ordene
execuções sumárias Guerrilha afegã explode um blindado e mata 6 ingleses Página 8 |