O governo sírio enviou equipes ao bairro Baba Amro, para
reconstruir residências, escola e hospital atingidos pelo confronto dentro de
Homs. Muitos dos que haviam se retiraram começam a retornar.
Dezenas de sabotadores se entregaram às autoridades de
segurança em Homs, depois da retomada do bairro Baba Amro.
Shuaib Al Hassan declarou à TV Síria que convenceu seus dois filhos a se
entregarem junto com suas metralhadoras. “Espero que meus filhos voltem a ser
cidadãos sírios de bem e plenos e aconselho os país que tenham filhos nesta
condição a fazerem o mesmo”, afirmou Shuaib, morador de Telkalakh.
Shuaib declarou que espera que seus filhos recebam o
benefício da anistia estendido pelo governo a todos os que depuserem as armas.
Adib al-Hasan, Tahem al-Hasan e Ziyad al-Awad também estavam
entre os que participaram da ocupação terrorista em Baba Amro mas se entregaram.
Após a retomada do bairro das mãos dos mercenários
financiados pelos EUA, o chefe do Pentágono, em fala ao Comitê dos Serviços
Armados do Senado dos EUA, lamentou que invadir a Síria não seria moleza.
Depois de dizer que a Síria tem artilharia antiaérea cinco
vezes mais potente, o “que nos levaria a perder grande número de aeronaves”
admitiu o poder de dissuasão sírio acrescentando que”há limitações de força
militar, especialmente de botas para o terreno”.
Multidões tomaram a praça central de Damasco, assim como em
Hasaka para celebrar o fim da ação dos sabotadores em Homs e as reformas
preceituadas na nova Constituição.
Os manifestantes rejeitaram a descarada intervenção externa
no país e entoaram palavras de ordem de saudação ao serviço de libertação
prestado pelas forças de segurança em Homs..
O representante do Partido Unionista Democrático da Tunísia,
Ahmed Al Inoubli, declarou que “o que está ocorrendo na Síria é uma tentativa
infrutífera pelos EUA de minar um importante defensor dos direitos árabes”.