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Rússia, China e Índia respondem a quem arma terroristas e os chama de ‘oposição’ “O que a Síria enfrenta são gangues armadas”, afirma Lavrov no CS da ONU
“O governo sírio está enfrentando gangues armadas que já
cometeram crimes hediondos na Síria”, afirmou o ministro do Exterior da Rússia,
Sergei Lavrov, durante a sessão do Conselho de Segurança da ONU realizada no dia
12. Ele reafimou que “os chamados para a intervenção militar na
Síria prejudicam os que buscam acabar o conflito e colocam em risco toda a
região por gerar a possibilidade da eclosão de conflitos”. Lavrov ressaltou que por intermédio de negociações com a Liga
Árabe chegara a um caminho para o entendimento que consiste em cinco pontos: Parar a violência de todos os lados, criar um mecanismo de
monitora-mento da paz, rejeição a qualquer interferência estrangeira e apoio à
missão de Kofi Anan à Síria. falou no debate denominado “Oriente Médio: desafios
e oportunidades”. Ele ressaltou a necessidade do estabelecimento de Estado da
Palestina independente e de acordo com as aspirações do povo palestino. Ele lembrou que a Conselho de Segurança havia aprovado o
estabelecimento de zonas de exclusão aérea na Líbia mas ao invés disso, a
resolução foi aproveitada para o bombardeio, de civis inclusive. “As tentativas
de enganar a comunidade internacional e a manipulação das decisões do Conselho
de Segurança são atos que afetam a credibilidade dessa instância e sua
capacidade de ação no futuro”. “Nesse sentido”, lembrou, “a Otan lançou bombardeios massivos
contra a Líbia. “É lamentável que ainda não tenha sido realizada uma
investigação a respeito das vítimas civis causadas por esses ataques, disse
Lavrov com respeito às informações sobre a morte de dezenas de líbios abatidos
pela aviação da OTAN” “As organizações e países que executam os mandatos do
Conselho de Segurança têm que prestar contas sobre seus atos, insistiu o chefe
da diplomacia russa”, exigindo que a Otan esclareça massacres dos quais
participou. Já o representante chinês na ONU, Li Baodong, sublinhou a
importância de que “a comunidade internacional respeite a soberania e a
independência da Síria pela não intervenção em seus assuntos internos”. Baodong também levantou a questão dos direitos do povo
palestino e apontou para os que realmente geram a principal tensão na região: “A
China permanecerá comprometida com as justas demandas dos povos árabes incluindo
a solução de dois Estados com o estabelecimento do Estado da Palestina”. Destacou ações que redundam em impasses à paz. “A situação no
Oriente Médio chegou a impasses devido a ações que escalam a tensão como o
recente bombardeio à Faixa de Gaza”. O ministro da Índia reiterou o chamado de seu país pelo respeito à soberania e independência dos países. “As aspirações dos povos não podem ser alcançadas pela intervenção estrangeira”. |
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Capa
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Empresários e
centrais marcam atos contra desindustrialização
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“Acordo” só leva mais dinheiro a bancos e agrava
dívida da Grécia EUA: sistema arcaico de registro pode anular milhões de votos em novembro Grampeadores a serviço de Murdoch voltam para cadeia Página 8 |