O parlamento egípcio aprovou por unanimidade a exigência
de deportação do empbaixador israelense, Yaakov Amitai e, ao mesmo tempo, da
retirada do embaixador egípcio em Tel Aviv.
A proposta recomendada pelo Comitê de Assuntos Árabes,
foi votada na segunda, e também pede a interrupção das exportações de gás a
Israel.
As medidas são em protesto pelo bombardeio da Faixa de
Gaza pelo exército de ocupação israelense, que já ceifou a vida de trinta
palestinos.
A Assembleia do Povo considerou que o ataque é uma
violação flagrante dos direitos humanos.
Para os deputados egípcios, o ataque a Gaza deve servir
de um basta à ocupação de territórios árabes em especial palestinos.
Exigiram que se inicie um boicote árabe às empresas e produtos israelenses
até que a ocupação se conclua com a retirada das tropas israelense de
território palestino.
O governo egípcio tentou mediar um cessar fogo com as
forças de resistência palestina na Faixa de Gaza. O movimento Jihad Islâmico
afirmou que aceita o cessar-fogo proposto mas, desde que Israel se
comprometa a parar com as execuções extrajudiciais de militantes palestinos.
O parlamento egípcio também aprovou moção determinando
que o Egito não deve comprometer sua soberania em troca de dinheiro vindo
dos EUA e que também não deve ser permitido a atuação de ONGs financiadas do
estrangeiro com o intuito de desestabilizar o país.