O presidente cubano, Raúl Castro, encabeçou o desfile pelo
Dia Internacional dos Trabalhadores na Praça da Revolução José Marti, em Havana.
Centenas de milhares de operários, trabalhadores do comércio,
funcionários públicos e estudantes desfilaram em 23 blocos integrados por
sindicatos e municípios. Estiveram presentes ainda cerca de 1900 dirigentes
sindicais de 117 países e 209 organizações, informaram os organizadores.
Os dirigentes e lideranças sindicais expressaram seu
compromisso com as Resoluções de Política Econômica e Social aprovadas pela
Central de Trabalhadores de Cuba (CTC) e pelo governo.
O secretário-geral da CTC, Salvador Valdés, foi o principal
orador do dia e ressaltou o acesso dos trabalhadores cubanos ao emprego, à
saúde, à educação gratuitas e à seguridade social. "Nós trabalhadores somos o
principal instrumento para aperfeiçoar a economia nacional, para aprimorar nosso
compromisso socialista", afirmou.
Os trabalhadores cubanos exigiram o fim da hostilidade estadunidense e
exigiram o regresso à Pátria dos anti-terroristas cubanos Gerardo Hernández,
Ramón Labañino, Antonio Guerrero, Fernando González e René González, que foram
presos naquele país há mais de 13 anos.