Telmex/A&T unificam Embratel, Claro e Net

Em fato relevante divulgado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), as operadoras Embratel, Net e Claro, controladas pela Telmex/AT&T, iniciaram uma reestruturação “visando a consolidação das estruturas e atividades das companhias e de algumas de suas controladas no país em uma única sociedade”.

É a continuidade do processo iniciado no ano passado, quando a Embratel assumiu formalmente o controle da Net, após a aprovação da lei que liberou ao capital estrangeiro o controle de TV a cabo. Antes da mudança da lei, a Embratel (Telmex/AT&T) já tinham controle da Net, mas burlando a lei através de acordo de acionistas com a Globo.

Na verdade, consolidação é um eufemismo para suavizar o processo de monopolização (privado), unificando em uma só empresa serviços de telefonias fixa (Embratel) e móvel Claro), banda larga (Virtua) e TV por assinatura (Net).

A Telefónica também pleiteia junto à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) “consolidar” os serviços de telefonias fixa e móvel (Vivo), banda larga (Speedy) e TV por assinatura (TVA, adquirida do Grupo Abril, antes da mudança da lei).

O “mercado” já dá como certo a aprovação da consolidação das estruturas da Telemex/AT&t no Brasil, tanto pela Anatel como pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), uma vez que a agência atua como guarda-chuva das teles e a autarquia federal tem como política o liberou geral para as fusões dos grandes conglomerados, considerando como monopólio apenas o caso de os médicos lutarem para não serem explorados pelos planos de saúde e os músicos por organizarem a arrecadação proveniente de suas criações.
 


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