Desgoverno de Dilma provoca prejuízo recorde de R$ 35 bilhões na Petrobrás

O desmonte promovido pelo atual governo – com venda de ativos e corte nos investimentos - somado ao assalto aos cofres da Petrobrás provocou um prejuízo recorde de R$ 34,836 bilhões à maior estatal brasileira, segundo resultado financeiro de 2015 divulgado na segunda-feira (21).

O prejuízo, de acordo com os atuais dirigentes da estatal, foram determinados pelos ajustes de ativos e de investimentos em função do “declínio nos preços do petróleo” e pela “perda do grau de investimento”. Contribuíram ainda para esse resultado as “despesas de juros e perda cambial (R$ 32,908 bilhões)” e a queda de 5% nas receitas, em especial com a queda dos preços de exportação de petróleo e derivados. O resultado operacional (resultado financeiro, participações e impostos) em 2015 foi negativo em R$ 12,402 bilhões, ainda assim menor que o prejuízo ocorrido em 2014 que foi de R$ 29,384.

Na contabilidade, foi lançado como despesa a perda de valor de ativos, considerando a queda pontual nos preços de petróleo, que, segundo o presidente da AEPET, Fernando Siqueira “não se sustenta por muito tempo”. “O preço atual do barril de petróleo não se manterá nesse patamar atual, pois a oferta mundial de petróleo está vivendo o seu pico de produção e não há motivo para o petróleo estar tão barato. Ele voltará ao patamar de 60 a 80 dólares nos próximos 2 anos”.

Se do resultado operacional deduzirmos as despesas relativas as atualizações de valores do ativo, tanto para 2014 e 2105 observamos que o mesmo é respectivamente de R$ 5,474 bilhões e R$ 21,066 bilhões. Apesar de todos os desatinos praticados nos governos da Sra. Rosself, a Petrobrás consegue gerar resultados.

A “dívida”, apesar dos ataques que a Petrobrás sofreu, não é tão “grande” como afirmam os defensores das multinacionais. “A Petrobrás tem como obter recursos, pois ela tem o maior e melhor conjunto de reservas a produzir; a dívida da Petrobrás é da ordem de R$ 500 bilhões, ou US$ 125 bilhões. Ela já descobriu 60 bilhões de barris no pré-sal (105 bilhões para um fator de recuperação de 50%). E tem ainda 14 bilhões no pós-sal. Multiplicando por US$ 68 por barril, que é o preço Brent atual, chega-se ao valor de US$ 5 trilhões. Portanto, uma dívida irrisória em relação ao portfólio a ser posto em produção”, afirma Siqueira.

“Além disso, a Petrobras é a petroleira pode garantir seus financiamentos com sua gigantesca reserva. A referência adequada da dívida deve ser em relação ao potencial de produção no qual ela será investida, e nesse quesito a Petrobras, comparada com outra petroleiras – que também sofreram as consequências da baixa do barril - é a mais viável e menos endividada do mundo face ao seu portfólio de reservas nos quais vai investir justamente em aumentar a produção de petróleo e que vai garantir o financiamento”, destaca o dirigente da AEPET.


 

 

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História da Petrobrás - (5)