RJ: servidores voltam às ruas e secretário diz que salário poderá ser parcelado novamente 

Os servidores da rede estadual do Rio de Janeiro voltaram às ruas na última quinta-feira, 17, em manifestação à frente da Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro). Organizado pelo Movimento Unificado dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro (Muspe), o funcionalismo estadual condenam o governador Luiz Fernando Pezão e suas recentes medidas de arrocho. Dentre as principais reivindicações estão o pagamento integral do 13º salário e a garantia dos vencimentos, que foram adiados para o 10º dia útil de cada mês.

A categoria denuncia que, além de atrasar salários e aumentar a contribuição dos servidores para a Previdência, Pezão (PMDB) quer aprofundar ainda mais a crise no Estado cortando o orçamento, mesmo das áreas que têm mais necessidade. “Nossos terceirizados da limpeza, da manutenção e da vigilância estão sem pagamento desde novembro de 2015. Então, estamos sem recolhimento de lixo e sem limpeza desde o ano passado. Acho que a crise envolve questões de falta de planejamento e de gestão do dinheiro”, denunciou Maria Teresa Tavares, professora da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj).

Diversas categorias estão em greve, com destaque para os professores da rede estadual de ensino básico, os servidores do judiciário, os docentes de fundações e universidades estaduais, além de membros da segurança pública, como a polícia civil, e profissionais do Degase (Departamento Geral de Ações Socioeducativas).

Na última sexta (11), estudantes do Colégio Estadual André Maurois também fizeram uma manifestação em frente à casa do governador Luiz Fernando Pezão, na rua Rainha Guilhermina, no Leblon. 

SALÁRIOS PARCELADOS 

Como temiam os docentes do estado, existem grandes chances de o salário de março dos servidores estaduais voltar a ser parcelado. Segundo o Secretário estadual de Fazenda, Julio Bueno, caso não haja receitas extras até o dia 14 de abril, o pagamento ficará “comprometido”.

Segundo o secretário, para conseguir o dinheiro, o estado tenta fazer com que grandes contribuintes antecipem o pagamento de impostos – o que, aliás, teria sido o que garantiu o pagamento dos servidores em fevereiro –, busca ainda a liberação de R$ 1 bilhão de um empréstimo no Banco do Brasil e poderá lançar debêntures.  

 

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