Para Cuba, “direitos humanos e
direitos sociais são indissolúveis”

 Em relação aos chamados “direitos humanos”, sobre os quais os carniceiros ‘humanitários’ vivem dando lições hipócritas, o presidente Raúl Castro repudiou “a manipulação política” e a dupla moral. “Consideramos que os direitos civis, políticos, econômicos, sociais e culturais são indissolúveis, interdependentes e universais”, afirmou. “Não concebemos um governo que não defenda e garanta o direito à saúde, educação, seguridade social, alimentação, a proteção das crianças e o trabalho igual para salário igual”. “Cuba tem muito o que mostrar nesta matéria”, apontou.

“Acredita que há um direito mais sagrado do que o direito à saúde, para que nenhuma criança morra por não ter acesso a uma vacina?”, questionou, respondendo a um jornalista norte-americano. “Em Cuba, todas as crianças nascem num hospital e são registradas no mesmo dia”, assinalou, se referindo à inexistência de um sistema nacional e gratuito de saúde nos EUA.

“Temos muitos direitos. O direito à saúde, o direito à educação... O direito de as mulheres receberem o mesmo que os homens [pelo mesmo trabalho]”, sublinhou. Como registrou o jornal Granma, enquanto Cuba endossou 44 acordos internacionais sobre direitos humanos, os EUA só subscreveram 18 e, até hoje, não ratificaram o sobre os direitos das crianças.

Quanto à suposta “repressão”, Raúl retrucou que “não é correto perguntar-me sobre prisioneiros políticos em geral”. Ele desafiou um jornalista a lhe dar “uma lista de nomes de presos políticos”. “Dê-me um nome e ele será libertado esta noite”.

Em comparação, os EUA são o único país industrializado em que as mulheres não têm direito à licença maternidade paga; recordista mundial em número de presos, desproporcionalmente negros e latinos; a imposição de confinamento em solitária nas prisões é tão desvairada que Obama, recentemente, tentou limitar ligeiramente a arbitrariedade; jovens negros desarmados são mortos a tiros por policiais, que não são levados a julgamento e, se são, acabam absolvidos por júris racistas; e a Suprema Corte liberou aos bilionários o direito de fraudar eleições via poder econômico, isto é, em última instância, compra de votos e de mandatos. Os EUA, ao longo da ‘era W. Bush’, até mesmo oficializaram a tortura, que é endeusada nos filmes de Holywood.

 

Capa
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