Odebrecht pagou Pastor Everaldo para ajudar Aécio

Em depoimento à Lava Jato, o ex-diretor da Odebrecht Ambiental, Fernando Reis, declarou que a empreiteira pagou, em caixa 2, R$ 6 milhões ao então candidato a presidente Pastor Everaldo (PSC) para que fizesse perguntas "simples e inócuas" ao candidato Aécio Neves (PSDB) em debates na TV. "Como a gente se sentia credor por ter contribuído tanto para a campanha dele, nós sugerimos a ele que usasse o debate sempre para perguntar ao candidato Aécio porque aí daria mais tempo ao Aécio. E analisando a transcrição do debate do primeiro turno se nota que ele fez perguntas absolutamente simples e inócuas para que o candidato Aécio pudesse ter tempo na televisão", afirmou.

Como por exemplo, no debate da TV Globo de 2 de outubro de 2014: "O PAC só conseguiu realizar em torno de 30% do que foi programado. O PAC, eu pergunto, é um programa de atraso do crescimento ou um programa de aceleração da corrupção?", perguntou o pastor Everaldo a Aécio.

O pastor Everaldo foi apresentado a Reis pelo ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Ele contou que repassou inicialmente R$ 1 milhão à campanha do pastor. Ao aparecer na pesquisas, o candidato pediu mais recursos, que foram entregues no escritório do advogado Rogério Vargas, no Rio.

Segundo Reis, após a morte do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB), os votos dos evangélicos migraram para Marina Silva e o pastor "praticamente desapareceu nas pesquisas". A forma que a Odebrecht encontrou para a contrapartida do candidato do PSC foi ajudar Aécio nos debates.

Os dois codinomes atribuídos ao Pastor Everaldo eram Zelota e Aquário Dois.

 

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