Ministro de Temer diz que hospitais federais do Rio são ‘caros e ineficientes’

O ministro da Saúde, Ricardo Barros (PP), declarou nesta quarta-feira, dia 17, que a grave crise que atinge hospitais e institutos federais no estado do Rio de Janeiro não é culpa do governo e sim das unidades de saúde. “A grave crise deve-se à ineficiência das unidades”, declarou. O ministro determinou a especialização de todos os hospitais federais dizendo aumentar a produção e a qualidade dos procedimentos e anunciou a criação de uma fila única.

Do lado de fora do edifício da Associação Comercial, servidores federais da saúde fizeram ato público para protestar contra a falta de medicamentos, equipamentos e novos concursos.

O ministro ainda teve a indecência de dizer que os servidores estão insatisfeitos, manifestando, porque serão colocados pontos eletrônicos nas unidades.

Para o presidente do Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj), Nelson Nahon, culpar os médicos é a solução mais fácil, porém injusta.

“Os médicos querem trabalhar, mas precisam de condições dignas de trabalho. Esses médicos são heróis da resistência, que se submetem a atender um paciente com câncer e ter que informar que o quimioterápico acabou”, disse Nahon.

“Quer colocar ponto eletrônico, então garanta também medicamento, complete as equipes e depois discuta o perfil”, disse.

Nahon comentou ainda que o Hospital Federal de Bonsucesso demitirá 42 médicos até o final do ano e a emergência já ficou sem 28 profissionais.

Nelson Nahon entregou um relatório com base nas vistorias sobre a situação dos hospitais federais do Rio e chamou de criminoso o estado em que se encontram as unidades de saúde geridas pelo Ministério da Saúde. “É necessário organizar a gestão, mas neste momento é urgente fazer concurso público, contratar médicos temporários e garantir medicação digna. Está faltando morfina para paciente com câncer avançado. Estamos vivendo um caos na saúde”, explicou.

“Há medicamentos que estão em falta há quatro meses, isso é criminoso. Pessoas estão morrendo nas nossas filas cirúrgicas, por falta de medicamento e diagnóstico para tratamento de câncer, estamos deixando de operar crianças com problemas cardíacos. O paciente começa o tratamento e acaba o medicamento fitoterápico”, acrescentou o presidente da Cremerj.


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