Conlutas: ‘Ataque aos direitos trabalhistas foi aprovado por parlamentares que estão no bolso da Odebrecht’ 

A central sindical CSP-Conlutas denunciou na última quarta-feira, 12, em SP, que a reforma trabalhista foi aprovada por um Senado em que a maioria de seus parlamentares está no “bolso da Odebrecht” e das “grandes empresas”. “Foram notórios corruptos, como Aécio Neves (PSDB), Romero Jucá (PMDB), entre tantos outros que nunca bateram cartão na vida como trabalhador, que votaram pelo fim dos direitos. Um absurdo!”, afirmou CSP-Conlutas.

De acordo com um dos membros da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas, Paulo Barela, que acompanhava a votação da reforma na noite de terça-feira, 11, a mobilização pela derrubada da reforma trabalhista tem que continuar. “Há meses, os trabalhadores brasileiros vêm resistindo às tentativas de acabarem com os direitos. Basta resgatar as recentes mobilizações. Essas lutas mostram que a classe tem disposição de luta e pode, com suas próprias mãos, derrotar as reformas e botar pra fora Temer e todos os corruptos. As centrais sindicais precisam cumprir seu papel em defesa dos trabalhadores e, de fato, convocar e construir uma nova Greve Geral, maior e mais forte”, disse Barela.

Para a entidade a reforma trabalhista é o mais brutal ataque aos direitos já feito nas últimas décadas, “pois acaba e flexibiliza praticamente toda a proteção social trabalhista no país. A prevalência do negociado sobre o legislado resume bem a essência desta reforma, que visa acabar com qualquer garantia dos direitos por lei, facilitando a vida dos empresários. O pior é que, lamentavelmente, esse ataque é baseado no ACE (Acordo Coletivo Especial), proposta feita pela CUT anos atrás”, destacou a entidade.

 

 


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