Lavrov: evacuação caótica de Mossul
fez com que mais pessoas morressem

 

O chanceler russo Sergei Lavrov afirmou que a não criação de condições para que os civis deixassem Mossul de forma organizada – ao contrário do que foi feito na libertação de Alepo – “provavelmente causou um número crescente de vítimas”: “era tudo caótico”. A declaração foi feita a jornalistas durante reunião oficiosa da OSCE (Organização para a Segurança e Cooperação Europeia) realizada em Mauerbach, na Áustria, na terça-feira (13).

Em seguida, Lavrov apontou a hipocrisia da mídia quando se tratou de Alepo, na Síria. “Houve histeria devido a civis alegadamente sofrendo o máximo. Havia histeria porque o exército sírio e nós, junto com nossos parceiros da Turquia e do Irã, organizaram corredores para a retirada de civis do leste de Alepo e retirada de militantes que estivessem prontos a fazê-lo. Nós fomos acusados ​​de limpeza étnica”.

Embora Lavrov não tenha explicitamente se referido, a “evacuação caótica” ocorreu debaixo de intensos bombardeiros aéreos e fogo pesado de artilharia. No entender da investigadora para o Iraque da Human Rights Watch, Belkis Wille, a “coalizão” – isto é, o Pentágono – e o governo iraquiano “negligenciaram uma conclamação conjunta com a Anistia Internacional em junho “para ser mais cuidadosos com a maneira com que são realizados os ataques aéreos e abster-se de usar bombas mais pesadas contra as áreas civis. “Infelizmente, o sentimento geral entre a coalizão e o governo iraquiano era terminar a operação [contra Mossul] o mais rápido possível, por todos os meios”.

  

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