Congo frustra tentativa de ‘viúvas’ de Mobuto para assassinar líder do PC e aliado do presidente Kabila

O secretário-geral do Partido Comunista Congolês, Boswa Isekombe Sylvere, teve sua casa em Kinshasa, capital do Congo, invadida no dia 1º de junho por um bando de 15 terroristas. Ele foi agredido e ferido diante de sua esposa e de seu filho. Sua casa teve os móveis depredados, assim como eletrodomésticos e computadores.

Boswa Isekombe tem uma guarda policial permanente, mas os policiais não puderam impedir as agressões por não portarem munições.

No dia 8 de junho um novo grupo de terroristas voltou a tentar assaltar a casa do líder político do Congo, mas desta vez a polícia conseguiu reagir e impedir que os bandidos entrassem na residência de Boswa Isekombe.

Em 28 de junho um comando com mais de 40 meliantes tentou assassinar Boswa Isekombe mas, dessa vez, um setor da polícia especial conseguiu defendê-lo.

A situação política na República Democrática do Congo se agrava na medida em que se aproximam as eleições. O bando de terroristas viúvo do antigo ditador Mobuto, inclusive os assassinos do presidente Laurent Dèsiré Kabila, há poucos meses saiu da prisão em que cumpriam pena no centro de Kinshasa.

Um acordo patrocinado pela União Africana e algumas igrejas de várias religiões determinou a data e a forma de organização do processo eleitoral. Mas os partidários de Mobuto que se dizem oposição ao atual presidente Joseph Kabila continuam tumultuando o processo e promovendo ações terroristas em vários pontos do país especialmente contra os comunistas entre eles o Partido Comunista Congolês que apoia o atual presidente da República Democrática do Congo.

A família de Boswa Isekombe teve que deixar sua casa destruída passando a viver em lugar reservado.
Em um comunicado o PCCO afirma: “Estamos muito inquietos pela vida de nossos membros e do nosso secretário-geral, pois entre os que se evadiram da Prisão Central da Makala em Kinshasa estão alguns condenados pelo assassinato do presidente da República M’zee Laurent Désidré Kabila, em cujo processo Boswa Isekombe participou, defendendo a condenação dos assassinos do presidente, como representante da sociedade civil e secretário-geral do Partido Comunista Congolês”. E continua: “sublinhamos que nosso secretário-geral foi atacado por seu passado de luta, sofreu numerosas ameaças, mas nunca desistiu de defender o povo congolês e o socialismo.”     

                                         ROSANITA CAMPOS


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