São Paulo: assembleias nas fábricas aprovam campanha de resistência à “reforma trabalhista” 

O Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes se reuniu na última segunda-feira, 07, para avaliação das assembleias regionais de mobilização da categoria contra as reformas que foram realizadas pelo governo federal.

A categoria vem se mobilizando contra o ataque aos direitos trabalhistas impostos pelas reformar da escravidão. Na semana passada foi organizada uma reunião com representantes de sindicatos da categoria de todo o país, no intuito de unificar a luta dos metalúrgicos contra as reformas de Temer.

A diretoria e assessoria do Sindicato estão realizando assembléias diárias em todas as regiões da cidade, com o intuito de alertar aos trabalhadores para que não aceitem acordos coletivos moldados pelas novas regras aprovadas no congresso. “Para isso precisamos que os trabalhadores se mobilizem nas fábricas e participem das ações de resistência que vamos organizar”, afirmou Miguel Torres, presidente do Sindicato.

Segundo o boletim da entidade, a CLT é que promove a dignidade dos Trabalhadores, “estabelecendo limites para a jornada de trabalho, idade mínima para o trabalho, registro em carteira, descanso remunerado, protegendo a mulher” e “as reformas do governo vêm para destruir tudo isso. Vamos resistir, estamos resistindo, e com unidade fazer valer tudo isso”.

Também o Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos e Região vem participando das mobilizações. Para o seu presidente, José Pereira dos Santos, “governo e Congresso não fazem as reformas necessárias, que atingem altos interesses. Pior: jogam sobre nossas costas medidas drásticas, que fragilizam as relações de trabalho, cortam direitos e desestruturam a organização sindical. O resultado final disso é que os trabalhadores estarão menos protegidos, o emprego será mais precário e a renda assalariada cairá. Portanto, a reação metalúrgica é justa e oportuna. Faremos várias ações. Dia 14 de setembro, haverá atos em portas de fábrica e protestos em locais públicos”.

 

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