A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou na sexta-feira (30) que o regime tarifário das contas de energia será mantido na bandeira verde em fevereiro. Portanto, não haverá cobrança extra na conta de luz para os consumidores brasileiros que já pagam uma das tarifas de energia mais elevadas do planeta.
Sem tarifa extra desde 1º de dezembro de 2025, a conta de luz mais barata teve impacto na inflação do país. Em janeiro, o grupo dos custos de Habitação IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) teve deflação de 0,26%, representando queda de 2,91% no preço da energia elétrica residencial.
Em 2025, a energia elétrica residencial teve uma alta acumulada de 12,31%, bem acima da inflação do período (4,26%). A renda média mensal dos trabalhadores cresceu 5,7% no ano passado, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Segundo a agência, “as chuvas foram mais favoráveis nos últimos 15 dias de janeiro, havendo uma recuperação do nível dos reservatórios das usinas nas regiões Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e Norte. Dessa forma, não será necessário despachar as usinas termelétricas mais caras”.
O regime de bandeiras tarifárias, criado em 2015, repassa de forma imediata aos consumidores a variação dos custos de geração de energia. Quando em bandeira verde, as condições de geração de energia nas hidrelétricas são favoráveis e não há acréscimo na conta de luz.
Quando é necessário ativar usinas termelétricas, são aplicadas as bandeiras amarelas (acréscimo de R$ 1,885 a cada 100 quilo quilowatts-hora consumidos), bandeira vermelha (acréscimo de R$ 4,463) e bandeira vermelha patamar 2 (mais R$ 7,877 a cada 100 quilo quilowatts-hora consumidos).
Sem tarifa extra desde 1º de dezembro de 2025, a conta de luz mais barata teve impacto na inflação do país. Em janeiro, o grupo dos custos de Habitação IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) teve deflação de 0,26%, representando queda de 2,91% no preço da energia elétrica residencial.











