Segundo o Boletim do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), as negociações coletivas realizadas em 2025 conquistaram, em média, 0,87% de aumento real nos salários, o que significou uma leve queda no ritmo de crescimento dos salários, que em 2024 foi de 1,25% (e, ainda, abaixo de 2023, quando os ganhos atingiram 1,1%), após a era bolsonarista de perdas reais, entre 2020 e 2022.
Foram analisados 21.510 acordos salariais registrados no sistema Mediador do Ministério do Trabalho e emprego. Desses, 77,7% conquistaram reajustes salariais acima da inflação, medida pelo INPC, sendo 14,1% das negociações com reajustes equivalentes à inflação, enquanto apenas 8,2% ficaram abaixo.
Conforme o Dieese, no primeiro semestre de 2025 foram realizadas 536 greves, 16% a mais que em 2024. A informalidade, segundo o IBGE, atinge 40 milhões de trabalhadores, uma taxa de 38%, sendo 49 milhões de postos de trabalho com carteira assinada.











