Defensor de ditadura não deveria ser candidato, diz Alckmin

Geraldo Alckmin (Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil)

Flávio “Rachadinha”, o candidato do golpista presidiário, a quem o vice-presidente se refere, não só defende ditaduras e torturadores como é ligado às milícias e também não para de bajular e puxar o saco de Donald Trump

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB), fez uma afirmação lógica nesta quinta-feira (2). Ele disse que “quem defende a ditadura não deveria ser candidato”.

Alckmin se refere a Flávio Bolsonaro, filho do presidiário golpista, que vai disputar a eleição de novembro no lugar do pai que está em cana. Ele apoia a ditadura de 64, venera torturadores e apoiou a tentativa de golpe de 2022. Como disse Alckmin, quem defende isso, não devia poder se candidatar a nada. Além de tudo o sujeito tem amplas ligações com as milícias do Rio de Janeiro e indicou um suspeito de ligações com o Comando Vermelho para um cargo no governo Cláudio Castro.

No último fim de semana, o serviçal Flávio Bolsonaro foi para os Estados Unidos participar de uma reunião de uma seita fanática e fascista no Texas e aproveitou para oferecer a Donald Trump as riquezas minerais brasileiras. Ou seja, além de defender ditaduras e torturadores, ele é um serviçal do governo americano.

Ele e o irmão, Eduardo Bolsonaro, defendem abertamente os interesses dos EUA e trabalham contra o Brasil. Este último chegou a mudar do Brasil para a Flórida para poder bajular Trump e conspirar mais abertamente contra o Brasil. Os dois aplaudiram quando Trump impôs o tarifaço contra os produtos brasileiros. Não só aplaudiram como pediram mais sanções contra o Brasil.

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