A Espanha e a Alemanha são os países que mais recentemente declararam que não farão parte do denominado Conselho da Paz que Trump encabeçara, mesmo após a invasão da Venezuela e as ameaças de agressão contra Irã, Groenlândia e Canadá.
O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sanchez, disse agradecer o convite mas que o recusava. Segundo ele, a estrutura dominada por Trump entra em choque com “coerência com o compromisso de Madri com o direito internacional, a ONU e o multilateralismo”.
Sanchez também criticou o “Conselho” por não incluir a Autoridade Nacional Palestina.
Sanchez foi seguido pelo chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, que se disse favorável a uma estrutura que atuasse pelo bem de Gaza, mas que se nega a tomar parte em um organismo que extrapola esta finalidade.
Dos cerca de 60 países onvidados por Trump só 22 declaraam que participariam. Além da Alemanha e Espanha, França, Noruega, Eslovênia, Suécia também já rejeitaram o convite de Trump para compor um Conselho que claramente visa enfraquecer a ONU e desmontar a legalidade internacional.
Lula afirmou recentemente que “o presidente Trump está fazendo uma proposta de criar uma nova ONU em que ele, sozinho, é o dono dela”











