Trump assume agressão criminosa e, exacerbando a ingerência, diz que Maduro foi capturado. Governo convoca venezuelanos “à luta armada”
Diante dos bombardeios desta madrugada em Caracas e demais cidades, o governo venezuelano declara o país em “Comoção em todo o território nacional” e conclama que “para proteger os direitos da população e funcionamento pleno das instituições republicanas devemos passar de imediato à luta armada contra a agressão imperialista”.
Forças militares dos EUA estão realizando ataques contra a Venezuela que atingiram Caracas e outras regiões do país na madrugada deste sábado (3). Segundo testemunhas, as explosões ocorreram no complexo militar de Fuerte Tiuna e na base aérea de La Carlota, acompanhadas por helicópteros sobrevoando a área.
O governo venezuelano emitiu um comunicado após o primeiro ataque aéreo contra a cidade de Caracas “e os estados de Miranda, Aragua e La Guaira”, classificando-o como uma “agressão militar muito grave”.
“Este ato constitui uma violação flagrante da Carta das Nações Unidas, especialmente dos Artigos 1 e 2, que consagram o respeito à soberania, a igualdade jurídica dos Estados e a proibição do uso da força. Tal agressão ameaça a paz e a estabilidade internacionais, particularmente na América Latina e no Caribe, e põe em grave risco a vida de milhões de pessoas”, disse o comunicado oficial.
Caracas alertou que o objetivo dos ataques “não é outro senão o de se apoderar dos recursos estratégicos da Venezuela, particularmente seu petróleo e minerais, em uma tentativa de romper à força a independência política do país”.
“Todo o país deve se mobilizar para derrotar esta agressão imperialista”, diz o comunicado. Caracas anunciou ainda que apelará ao Conselho de Segurança das Nações Unidas, ao Secretário-Geral da ONU, à Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC) e ao Movimento dos Países Não Alinhados (MNA) para exigir “a condenação e a responsabilização do governo dos EUA”.
A Venezuela alertou também que se reserva “o direito de exercer legítima defesa para proteger seu povo, seu território e sua independência”, ao mesmo tempo em que pede a solidariedade internacional para condenar a agressão estrangeira.
AGRESSÃO AUMENTANDO CADA DIA
O ataque aéreo ocorre em meio a uma escalada da agressão que começou em agosto passado com o envio incomum de uma operação militar no Caribe, ao largo da costa do país sul-americano. Isso levou a bombardeios de pequenas embarcações acusadas, sem provas, de tráfico de drogas, ameaças de incursões contra Caracas e a apreensão de petroleiros — atos que o governo venezuelano classificou como “roubo” e “pirataria”.
O que inicialmente foi apresentado como uma estratégia contra o narcotráfico transformou-se em um desejo explícito de se apoderar do petróleo do país sul-americano, que, segundo o presidente dos EUA, Donald Trump, foi “roubado” pela Venezuela.
VICE-PRESIDENTE DELCY CONFIRMA DESAPARECIMENTO DE MADURO
Forças militares dos EUA estão realizando ataques contra a Venezuela que atingiram Caracas e outras regiões do país na madrugada deste sábado (3). Segundo testemunhas, as explosões ocorreram no complexo militar de Fuerte Tiuna e na base aérea de La Carlota, acompanhadas por helicópteros sobrevoando a área.
O governo venezuelano emitiu um comunicado após o primeiro ataque aéreo contra a cidade de Caracas “e os estados de Miranda, Aragua e La Guaira”, classificando-o como uma “agressão militar muito grave”.
“Este ato constitui uma violação flagrante da Carta das Nações Unidas, especialmente dos Artigos 1 e 2, que consagram o respeito à soberania, a igualdade jurídica dos Estados e a proibição do uso da força. Tal agressão ameaça a paz e a estabilidade internacionais, particularmente na América Latina e no Caribe, e põe em grave risco a vida de milhões de pessoas”, disse o comunicado oficial.
Caracas alertou que o objetivo dos ataques “não é outro senão o de se apoderar dos recursos estratégicos da Venezuela, particularmente seu petróleo e minerais, em uma tentativa de romper à força a independência política do país”.
“Todo o país deve se mobilizar para derrotar esta agressão imperialista”, diz o comunicado. Caracas anunciou ainda que apelará ao Conselho de Segurança das Nações Unidas, ao Secretário-Geral da ONU, à Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC) e ao Movimento dos Países Não Alinhados (MNA) para exigir “a condenação e a responsabilização do governo dos EUA”.
A Venezuela alertou também que se reserva “o direito de exercer legítima defesa para proteger seu povo, seu território e sua independência”, ao mesmo tempo em que pede a solidariedade internacional para condenar a agressão estrangeira.
AGRESSÃO AUMENTANDO CADA DIA
O ataque aéreo ocorre em meio a uma escalada da agressão que começou em agosto passado com o envio incomum de uma operação militar no Caribe, ao largo da costa do país sul-americano. Isso levou a
bombardeios de pequenas embarcações acusadas, sem provas, de tráfico de drogas, ameaças de incursões contra Caracas e a apreensão de petroleiros — atos que o governo venezuelano classificou como “roubo” e “pirataria”.











