Fake news (mentiras) e violência: principais instrumentos de dominação do império

Jeffrey Epstein e Donald Trump (Foto: reprodução)


LUÍS CARLOS PAES DE CASTRO

Aproveitando a passagem da sexta-feira da paixão, quando Jesus Cristo foi martirizado pelo império romano, vale a pena refletir sobre a permanente campanha difamatória da Roma contemporânea, imperialista/fascista, que busca distorcer a realidade.

Durante todo o século XX e parte do XXI o imperialismo estadunidense, buscando manter a sua hegemonia sobre o planeta, promoveu através de um poderoso sistema de propaganda, incluindo a grande mídia corporativa global e o fundamentalismo religioso reacionário, uma intensa campanha que, entre outras mentiras, acusavam os comunistas de matarem padres e comerem criancinhas.

Na realidade, os fatos mostram exatamente o contrário, o império é que tem perseguido e assassinado líderes religiosos como fizeram no Brasil, em El Salvador, na Palestina e agora no Irã, entre outros.

Criancinhas também foram sacrificadas no Vietnã, no Iraque, na Palestina e agora também no Irã.

Por outro lado, o Sindicato Epstein, que abusava de crianças e adolescentes, comanda o império estadunidense com o apoio das poderosas indústrias armamentistas e petroleiras, do rentismo e das Big Techs usando e abusando de mentiras e violência para impedir a sua inevitável decadência.

Esta é a realidade, dura e cruel, que a maior parte da mídia corporativa busca esconder e que de forma preocupante ainda consegue algum nível de credibilidade em segmentos progressistas e mesmo em parcelas da chamada esquerda ocidental.

Fortaleza, 3 de abril de 2026.

Luís Carlos Paes de Castro é presidente da seção cearense do Partido Comunista do Brasil e funcionário aposentado do Banco Central.

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