Flávio ‘Rachadinha’ se oferece para ser ‘carrega-mala’ de Trump em entrevista ao Financial Times

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Disse que o Brasil tem que se prejudicar e se arreganhar para ajudar os EUA. A disputa do entreguista parece ser mais por um cargo qualquer em Miami ou Washington e não no Brasil

Flávio Bolsonaro devia ser candidato a alguma coisa nos Estados Unidos, afinal, ele só defende os interesses americanos. Agora ele fez isso numa entrevista ao Financial Times. Se derreteu todo para Trump e atacou Lula e o Brasil. Está mais preocupado com eles do que com o Brasil. Parece querer ser apenas um ‘carrega-mala’ de Trump.

TUDO PARA OS EUA

Não só defendeu os EUA como atacou a economia o brasileira. Disse que o país faz mal ao ter a China como seu principal parceiro comercial. O presidente (Lula) deveria se abrir mais para os EUA, disse o serviçal. Esqueceu de registrar que, com a China, o Brasil tem um superávit comercial de US$ 45 bilhões (2025) e com os EUA, um déficit de US$ 13 bilhões no mesmo ano.

Ou seja, o que o fascista miliciano está defendendo é a economia norte-americana, que não consegue vender mais nada para país nenhum. Flávio quer ser o cachorrinho de Trump e sair em seu socorro. Que se dane o Brasil e a sua economia. Ele quer trocar os ganhos que o Brasil tem no amplo e forte comércio com a China para se abrir mais para os EUA que não produzem nada e estão desesperados para melhorar sua balança comercial. Não foi à toa que Trump baixou as tarifas criminosas para todo o mundo, inclusive o Brasil.

APOIOU TARIFAÇO

Já naquele momento, quando Donald Trump impôs o tarifaço, que chegou a 50%, contra os produtos brasileiros, a família Bolsonaro apoiou integralmente. Flávio Bolsonaro chegou a aplaudir Trump, criticou violentamente o Brasil e pediu mais sanções contra o país. Seu irmão, Eduardo, conhecido por “bananinha”, foi até morar nos EUA com a família para melhor conspirar contra a economia brasileira.

No encontro de fanáticos e fascistas realizado há alguns dias no Texas, Flávio Bolsonaro ofereceu para Trump todos os minerais críticos brasileiros. Disse que o Brasil seria a salvação para os Estados Unidos. O serviçal fez uma defesa explícita da transformação do Brasil no quintal dos EUA.

QUE SE DANE PRODUÇÃO NACIONAL

Para Flávio Bolsonaro, que se dane o agronegócio brasileiro. Ele defendeu afastar a China do comércio com o Brasil. Exatamente a China país que é o destino final de 80% da produção agrícola brasileira. Se prevalecesse a bajulação a Trump, defendida pelo candidato fascista o agro brasileiro quebraria. É isso o que ele quer, para ajudar os produtores americanos que disputam o mercado chinês com o Brasil.

VOLTA AO BRASIL COLÔNIA

Em suma, o que Flávio Bolsonaro representa é o vira-latismo. Ele quer ser um serviçal de Trump. O Brasil não quer ser quintal de ninguém. Ainda mais de um país que está provocando guerras e agressões em várias partes do mundo. Bem faz o Lula que defende a soberania nacional e quer que o Brasil se desenvolva. O Brasil quer ir para a frente e não retroceder à velharia colonialista. Os bolsonaros representam exatamente a volta ao passado de colônia do Brasil.

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