
O governo Lula condenou o ataque feito por Israel contra uma clínica da Organização das Nações Unidas (ONU) no campo de refugiados de Jabalia, na Faixa de Gaza, que abrigava palestinos deslocados pela guerra. Pelo menos 19 pessoas, incluindo 9 crianças, que estavam no local foram mortas.
O documento divulgado pelo governo ainda disse ter ficado “consternado” com a notícia de que Israel jogou em uma vala comum 15 trabalhadores de órgãos humanitários, como o Crescente Vermelho, a Defesa Civil e a Agência da ONU de Assistência para Refugiados da Palestina (UNRWA).
Na quarta-feira (2), Israel bombardeou o campo de refugiados de Jabalia matando mais de 40 pessoas. No local, que antes era uma clínica, a UNRWA abrigava palestinos que tiveram que sair de suas casas por conta dos bombardeios israelenses.
“O Brasil recorda as obrigações do governo de Israel, conforme o Direito Internacional Humanitário, em atuar com base nos princípios da proporcionalidade e da distinção entre civis e combatentes e de tomar as medidas necessárias para proteger a população civil no território palestino ocupado”, registra a nota do governo Lula.
“Exorta, ainda, aquele país a assegurar a integridade física e a liberdade de movimento de todo o pessoal humanitário atuante na Palestina”.
“O governo brasileiro renova seu apelo em favor do urgente restabelecimento do cessar-fogo e da retomada da entrada de ajuda humanitária na Faixa”.
É muito bom exortar Israel, mas está mais do que óbvio que o governo fascista daquele protetorado dos EUA quer é aniquilar a população palestina, fazer uma limpeza étnica no local.