Governos do Rio Grande Norte, Ceará, Bahia e Piauí repudiam crime de Trump

Governadores Fátima Bezerra, Elmano de Freitas, Jerônimo Rodrigues e Rafael Fonteles (Fotos: Divulgação - Agência Brasil)

Os quatro governadores do PT criticaram as ações militares criminosas dos EUA contra a Venezuela no sábado (3), que resultaram em bombardeios contra os cidadãos de Caracas e sequestro do presidente Nicolas Maduro. O presidente venezuelano foi levado à força para os EUA.   

O governador do Ceará, Elmano de Freitas, considera que “o ataque contra a Venezuela é grave e representa precedente extremamente perigoso”. 

“Ataques a nações violam as regras do direito internacional e contribuem para o surgimento de novas guerras, que só trazem mortes, sofrimento e destruição”.

No mesmo sentido, a governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, avalia que “o presidente estadunidense [Donald Trump] rasgou o direito internacional na tentativa de sequestrar a soberania venezuelana” e cobra que “a comunidade internacional, por meio da Organização das Nações Unidas, responda de forma vigorosa” as agressões realizadas pelo EUA contra o povo venezuelano.

“Atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo”.

Já o governador do Piauí, Rafael Fonteles, expressou preocupações sobre a agressão dos EUA à Venezuela.

“Obviamente não concordamos com a administração do Nicolás Maduro na Venezuela no que diz respeito a inúmeros elementos que demonstram dificuldade em legitimidade popular da parte dele, mas não concordamos com a invasão de um país a outro, ainda mais retirando o presidente daquela nação”, criticou Fonteles.

Por sua vez, o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, disse que no último sábado “mais um país latino-americano sofreu grave agressão de uma potência estrangeira”. Rodrigues também afirmou que o governo da Bahia está atuando para identificar a situação dos baianos que se encontram na Venezuela.

“Seguimos firmes no compromisso contra a violência e a favor da defesa do diálogo e da convivência pacífica entre os países”.

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