O embaixador do Irã na ONU, Saeid Iravani, desmentiu fala de Trump, dizendo que os iranianos estariam dispostos a voltar a negociar após seus bombardeios criminosos.
“Enquanto as violações persistirem, o Irã dará a devida resposta e agirá rápido e resolutamente para se proteger”, afirmou Iravani, deixando clara a posição do seu país diante dos ataques criminosos não provocados por EUA e Israel.
Como amplamente noticiado, os contra-ataques iraniano têm sido duros golpes a bases norte-americanas que Washington espalhou no Oriente Médio.
No mesmo sentido foi o desmentido a Trump proferido pelo secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional, Ali Larijani.
Ele refutou informes fakes na mídia norte-americana dizendo que o Irã estava incentivando nova rodada de negociações.
“Não negociaremos com os Estados Unidos”, disse com firmeza Larijani, nesta segunda-feira (2).
“Trump mergulhou o Oriente Médio no caos com suas fantasias iludidas e agora está com medo de mais baixas norte-americanas”.
“Ele tornou sua autopromoção de ‘America First’ em ‘Israel First’ e está sacrificando soldados norte-americanos em favor das ambições de um Israel faminto por poder”.
“Os soldados norte-americanos vão pagar o preço pois o Irã não vai parar de se defender”, acrescentou Larijani.
O ministro do Exterior do Irã, Abbas Araghchi, enviou uma carta ao secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, e ao Conselho de Segurança das Nações Unidas, denunciando o assassinato de Kamenei como “um ato de terror covarde” e descrevendo os ataques como “uma escalada perigosa e sem precedentes que bombardeiam as mais fundamentais normas de sustentação de Estados e conduta civilizada entre as nações”.











