Luciana destaca papel autônomo da IA no Brasil “para melhorar a vida do povo”

Ministra integra a delegação do presidente Lula na viagem à Índia (Foto: Reprodução - Instagram)

“Estou na Índia com o presidente Lula, na Cúpula de Impacto em Inteligência Artificial. É um dos desafios mais estratégicos do país”, disse a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação

A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, integra a comitiva do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na visita oficial à Índia para participação na Cúpula de Impacto da Inteligência Artificial 2026. O evento ocorre em Nova Déli e segue até esta sexta-feira (20), reunindo chefes de estado, primeiros-ministros, executivos de tecnologia, pesquisadores e representantes da sociedade civil para debater os rumos da inteligência artificial no mundo.

A Cúpula de Impacto da Inteligência Artificial 2026 é um dos principais fóruns globais sobre governança, inovação e aplicação estratégica da IA, com foco em desenvolvimento econômico, inclusão digital e cooperação internacional, especialmente entre países do Sul Global.

Durante a agenda, a ministra Luciana Santos destacou o papel estratégico da tecnologia para o futuro do país e reforçou o compromisso do governo com o fortalecimento da autonomia tecnológica brasileira.

“Estou na Índia com o presidente Lula, na Cúpula de Impacto em Inteligência Artificial. É um dos desafios mais estratégicos do país. O Plano Brasileiro de Inteligência Artificial procura garantir que o Brasil tenha autonomia, possa entrar nas tecnologias mais disruptivas que a gente tem no mundo para dar solução para a indústria, saúde, educação e para melhorar a vida do povo brasileiro,” disse a titular do MCTI.

Ao falar sobre o Plano Brasileiro de Inteligência Artificial, a ministra explica que “são cinco eixos de um Plano que está em plena execução. São 23 bilhões em investimentos, se compara aos países europeus em investimento público e é ousado e consistente.”

A presença brasileira no encontro ocorre em um momento de consolidação do Plano Brasileiro de Inteligência Artificial, que prevê investimentos em infraestrutura computacional, ampliação da capacidade de processamento de dados, formação de especialistas e estímulo à inovação em setores estratégicos como indústria, saúde, educação e agricultura.

“Precisamos de um país cada vez mais autônomo e que possa garantir um papel decisivo para que o Brasil se coloque cada vez mais nas cadeias mais dinâmicas da economia global”, destacou a ministra Luciana Santos.

A cúpula também discute modelos de governança global para a tecnologia, ética no uso da IA, segurança digital e mecanismos de cooperação internacional.

(Com informações do MCTI)

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