Dinamarca, Alemanha, França, Itália, Reino Unido, Polônia e Espanha defendem a soberania da ilha
A Dinamarca vai reforçar sua presença militar na Groenlândia. A decisão do governo dinamarquês vem após novas declarações do presidente Donald Trump sobre a necessidade de controlar (anexar) a Groenlândia para fins de segurança nacional. Se necessário usar força militar, como declarou na coletiva à imprensa em Mar-a-Lago (7/01).
O ministro da Defesa dinamarquês afirmou que “o reino faz parte da Aliança Atlântica (Otan) e que um acordo de defesa com os EUA está em vigor desde 1951”. Os governos europeus enfatizam que a segurança do Ártico é uma prioridade estratégica para a Europa.
A Dinamarca, a Alemanha, a França, a Itália, o Reino Unido, a Polônia e a Espanha, em manifestação conjunta divulgada pela Itália, defenderam a soberania da ilha e declararam que “cabe exclusivamente à Dinamarca e à Groenlândia decidirem sobre assuntos que lhes dizem respeito”.
COBIÇA DE TRUMP
A Groenlândia tem um território de 2.166.000 km². Fica estrategicamente localizada entre o Oceano Atlântico Norte e o Oceano Ártico; entre a Europa, EUA e Rússia. Avalia-se que seja riquíssima em terras raras, cerca de 25% das reservas mundiais. É rica em ouro, zinco, níquel, lítio, cobre, grafite, chumbo e urânio.
Trump, além de sequestrar o presidente da Venezuela e cobiçar a Groenlândia, está de olho no Canadá, Colômbia e Golfo do México. Isso, após dar “com os burros n’água” no Brasil, quando quis onerar nossas exportações em 50% e não conseguiu.











