Além disso, o serviçal argentino não quer mais que o trabalhador receba por hora extra. É tudo o que o bolsonarismo pretende para o Brasil
A população argentina está em pé de guerra contra o desgoverno Milei. Eles fazem uma grave geral nesta quinta-feira (19) para impedir que o serviçal de Trump, através de uma farsesca “reforma trabalhista”, acabe com o direito de férias, com o pagamento de horas extras e imponha uma carga horária de 12 horas diárias aos trabalhadores do país.
É importante que os brasileiros fiquem bem atentos ao que está ocorrendo no país vizinho. Milei é o “Bolsonaro argentino”. Tudo que um faz o outro aplaude. Eles são mentirosos contumazes e escondem seus planos. Entretanto, Milei agora tirou a máscara e mostrou a que veio. Além de provocar uma recessão gigantesca, ele quer impor mais arrocho sobre os trabalhadores. Para ele, 8 horas diárias de trabalho é pouco. Ele quer esfolar a mão de obra argentina e acabar com qualquer direito trabalhista.
Um direito sagrado como as férias, por exemplo, está ameaçado na Argentina com o pacote de Milei. Ele quer agradar os bancos e monopólios, principalmente os norte-americanos, esmagando o povo trabalhador e arrancando seu coro. Não há limites para o fascista. Nem as horas extras ele quer que sejam pagas. Seu pacote acaba com a remuneração do trabalho extra que o patrão muita vezes impõe ao trabalhador. Ou seja, ele está caminhando aceleradamente para a escravização da mão de obra do país.
Não é por acaso que Flávio Rachadinha, encarregado pelo pai – que está preso por tentativa de golpe – de disputar a eleição presidencial deste ano, é um admirador deslumbrado com tudo o que Milei faz. Os dois são fascistas e serviçais dos EUA, dos banqueiros e dos especuladores. Os dois disputam para ver quem é mais bajulador de Trump. Um imita o outro. Então, o que Milei faz lá pela Argentina, Flávio, certamente, tentaria fazer por aqui, caso chegasse á presidência.

Enquanto esteve na presidência da República, seu pai, Jair Bolsonaro, ensaiou pacotes semelhantes aos de Milei. Ele congelou o salário mínimo do Brasil, que já é um mais baixos da América Latina, por quatro anos. Não satisfeito, o golpista cortou a merenda escolar e os remédios populares, além de vender empresas públicas a preço de banana em troca de gordas propinas. Alguma até em forma de joias árabes. Ele não fez mais contra o Brasil porque houve resistência da sociedade.
Na Argentina também estão sendo vendidas as estatais e a economia está sendo desarticulada e destruída. Além de arrancar o couro dos trabalhadores e acabar com seus direitos, Milei já ofereceu todas as riquezas do país, principalmente as jazidas de minerais críticos, ao governo de Donald Trump. O argentino é tão bajulador que está a passos largos para acabar coma moeda de seu país e adotar o dólar americano como moeda nacional. Ele quer acabar com a soberania argentina.

Assim como no Brasil de Jair Bolsonaro, a Argentina está afundada em crise e desemprego. A inflação continua alta enquanto o governo destrói toda a economia e se desfaz do patrimônio nacional. Não por acaso seu símbolo era a motosserra. O símbolo da destruição do país. Flávio Bolsonaro é um tiete de Milei. Aplaude tudo o que ele faz. O que significa que, se pudesse, faria o mesmo no Brasil. Tanto ele como Milei querem servir aos poderosos. São bajuladores de Trump.
Em suma. O que Milei está fazendo na Argentina é o que o bolsonarismo gostaria de fazer no Brasil. Flávio Rachadinha está dando apoio e aplaudindo com entusiasmo o que Milei está fazendo na Argentina. Ou seja, ao aplaudir Milei, Flávio Rachadinha mostra que seu plano é também acabar com as férias dos trabalhadores, não pagar mais horas extras e impor uma carga horária de 12 horas diárias de trabalho. Ele só não diz isso agora abertamente porque é um demagogo. Mas, podem ter certeza, o seu plano é imitar Milei.
SÉRGIO CRUZ











