Se deixar, Flávio Bolsonaro, o bajulador de Trump, vai ajudar o bufão a destruir o nosso PIX

Donald Trump e Flávio Bolsonaro (reprodução)

O ditador americano é contra o PIX brasileiro porque ele quer que o povo pague suas compras pelos cartões americanos, Visa e Mastercard, que cobram taxas escorchantes

Flávio Bolsonaro é muito capacho de Trump. Quando o Brasil foi atacado com o tarifaço contra os produtos brasileiros, o “rei da rachadinha” ficou ao lado do bufão da Casa Branca e contra as empresas brasileiras. Mais do que isso, tanto ele quanto o irmão, o “03”, que foi morar nos EUA para ficar mais perto do seu guru, pediram mais sanções contra o Brasil. Conspiraram abertamente contra o nosso país.

Recentemente Flávio Bolsonaro foi para o Texas, no sul dos EUA, participar de um encontro de fanáticos de extrema-direita que são da mesma seita de Trump. Lá ele prometeu entregar todos os minérios especiais do Brasil para os EUA. Prometeu também que vai afastar a China do Brasil para atender aos interesses geopolíticos de Trump. Não teve vergonha, mesmo que afastar a China signifique um grande prejuízo para o agronegócio brasileiro, que tem no país asiático o seu principal comprador.

Tudo o que Trump quiser explorar no Brasil, o “rachadinha” está disposto a oferecer a ele de bandeja. Flávio é igualzinho ao seu pai, um lambe-botas de Trump. Portanto, se o governo americano insistir em acabar com o PIX gratuito, certamente Flávio Bolsonaro vai atendê-lo. Afinal, a única coisa que passa pela sua cabeça é agradar o governo dos EUA. Ele foi ao Texas exatamente para dar esse recado. E falou em inglês. Nós traduzimos para o bom português. Ele disse: “meu querido Trump, serei o seu serviçal e, se eu for eleito, tudo no Brasil estará ao seu dispor”.

O PIX agora é o alvo do governo americano. Ele movimentou R$ 35 trilhões em 2025. Este valor é três vezes maior que o PIB do Brasil. O volume de valores transferidos cresceu 33,6% na comparação com 2024. A quantidade de transações também superou a registrada no ano anterior. Em 2025, foram 79,8 bilhões de operações. Em 2024, o Banco Central contabilizou 63,5 bilhões de transferências. Trump quer esfolar os brasileiros e, ao que tudo indica, terá, mais uma vez, o apoio e o aplauso de Flávio Bolsonaro.

O presidente Lula já deixou claro que não aceita intromissão nos assuntos internos por parte do americanos. O PIX é nosso e não vamos aceitar nenhuma mudança para atrapalhar um esquema de pagamento que é dos brasileiros, é de graça e caiu nas graças do país, enfatizou o presidente. O governo garantiu que não admitirá nenhuma alteração no funcionamento do PIX. Trump está pressionando para mudar porque quer esfolar os brasileiros e dar super lucros para as empresas americanas de cartões.

Essas promessas dos bolsonaristas de entregar tudo do Brasil para os estrangeiros não é de agora. Como bons entreguistas que são. se deixar, eles vendem tudo. Quando Jair Bolsonaro – atualmente preso – esteve no Planalto, empresas públicas foram vendidas a preço de banana, como foi o caso da Eletrobrás, maior empresa de energia da América Latina. O resultado foram apagões e tarifas de energia nas alturas. Ele também esquartejou a Petrobrás e vendeu a BR Distribuidora, além das refinarias. Agora o Brasil mais do que nunca precisa retomá-las para garantir segurança energética.

Os combustíveis estão tendo altas atualmente por causa da agressão dos EUA e Israel ao Irã e os atravessadores, estimulados pelas privatizações, aumentam ao bel prazer os preços do diesel e da gasolina. Antes, a BR definia e segurava os preços. A culpa dos preços altos que estão voltando hoje é, portanto, das privatizações de Bolsonaro.

Naquela ocasião, Paulo Guedes, ministro de Bolsonaro, também falou em inglês para americanos que o assistiam e disse que pretendia vender tudo. Até o Palácio do Alvorada. Queria doar o Banco do Brasil para o Banco of América e também entregar a Embraer para a Boeing. Felizmente, nesta questão, eles foram barrados. Foi por toda essa traição ao Brasil que eles foram defenestrados nas urnas em 2022.

SÉRGIO CRUZ

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