Diante do genocídio, mexicanos exigem que país rompa vínculos com Israel

Líderes sindicais participam da marcha pelo corte de relações com Israel (Luis Castillo/La Jornada)

Neste sábado no México, manifestantes de reuniram para exigir o encerramento de relações diplomáticas com o regime de Israel. Em repúdio ao genocídio na Faixa de Gaza, à escalada da violência por parte dos colonos israelenses contra a população da Cisjordânia e à invasão e limpeza étnica no sul do Líbano.

O vídeo a seguir mostra a manifestação, uma interminável corrente humana:

“No México, milhares de manifestantes expressaram solidariedade ao povo palestino e pediram ao governo que encerrasse as relações diplomáticas com o genocida Israel e interrompesse imediatamente seus ataques.”

Outra exigência dos ativistas mexicanos foi a proteção de recursos hídricos no México, contra o acordo entre a Agência Central de Água e Saneamento de Chihuahua e a agência israelense especializada em recursos hídricos “Mashav”.

As manifestações aconteceram em 24 cidades do país, incluindo na Cidade do México, Tlaxcala e Aguascalientes.

GENOCÍDIO PROSSEGUE CONTRA POPULAÇÃO DE GAZA

Oito palestinos foram assassinados e vários outros ficaram feridos por ataques das forças genocidas de Israel neste sábado na Faixa de Gaza.

Segundo fontes médicas palestinas, só na cidade de Gaza três morreram por ataques a drones. Um no bairro de Al-Sabra, e mais dois com o drone explodindo em um teto de uma residência no bairro Tel al Hawa.

Também houve ataques a quatro depósitos de medicamentos destinados ao tratamento de feridos.

Os palestinos informam que desde o início da agressão do início de outubro de 2023 o número de palestinos de Gaza mortos chega a 73.349 e 174.162 feridos. Desde o anunciado cessar-fogo de outubro do ano passado, foram mortos 1.222 palestinos e e 4.053 ficaram feridos.

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