Lula é o futuro do Brasil e Flávio é bandidagem e a subserviência vergonhosa aos EUA

Lula defende o Brasil e Flávio quer vender o país (Fotos: Ricardo Stuckert e divulgação)

Lula é a continuação da grande obra da redenção do Brasil. Já o candidato fascista, ligado às milícias, ao escândalo do Banco Master e ao CV, prometeu humilhar o Brasil e subjugá-lo aos caprichos de Trump

Cada vez mais vai ficando claro que o presidente Lula representa o futuro do Brasil, representa o caminho para a conquista da independência efetiva do país e a felicidade do povo. Lula é a garantia de que podemos conquistar o desenvolvimento acelerado para atingir a tão necessária melhora da vida da população brasileira.

Já o candidato fascista representa o velho entreguismo, a velha submissão, que tanta miséria e tanta fome traz para o povo brasileiro. Flávio quer cortar salários e direitos e entregar a Trump todas as riquezas brasileiras. Ele foi ao Texas recentemente e prometeu isso ao governo americano. Ele oferece tudo para os EUA e nada para o povo de seu país, se é que ele se considera brasileiro.

Como um bajulador contumaz de Trump, ele prometeu que vai afastar o Brasil da China. A China é nada mais do que o principal parceiro comercial do Brasil. Com ela, o país tem um superávit comercial de US$ 40 bilhões ao ano. Com os EUA é o contrário. Somos deficitários em cerca de US$ 10 bilhões ao ano, sem as tarifas, com elas, será pior ainda.

O agro brasileiro exporta grande parte de sua produção para o gigante asiático. Afastar o Brasil da China seria o caos para a agricultura brasileira. Quem sairia ganhando com essa proposta absurda seriam os produtores de grãos dos EUA que disputam com o Brasil o mercado da China. O que esta proposta de Flávio demonstra é que ele efetivamente trabalha contra o Brasil.

Com o criminoso Rodrigo Bacelar (Foto: divulgação) e Cláudio Castro (Foto: reprodução)

Até o PIX que, por ser de graça, trouxe tantos benefícios aos brasileiros, Flávio quer acabar para agradar o chefe da Casa Branca. Ele prometeu a Trump rever o nosso sistema de pagamento porque o ditador americano reclamou do PIX. Ele diz que as empresas americanas Visa e Mastercard estariam sendo prejudicadas por causa do PIX gratuito. Pois Flávio não só prometeu a Trump acabar com o PIX gratuito como ofereceu a ele todas as terras raras e minerais críticos do Brasil. Trump riu à toa porque o que eles querem é exatamente roubar nossas riquezas.

Flávio disse que não precisa roubar porque ele vai entregar tudo de bandeja. Ou seja, o candidato fascista é um traidor da pátria. Ele apoiou as tarifas impostas unilateralmente ao Brasil pela Casa Branca. Ficou do lado dos americanos contra as empresas brasileiras. E ainda pediu mais sanções contra o país. O Brasil acaba de descobrir uma grande reserva de petróleo na Margem Equatorial. Pois Flávio prometeu entregar todo esse petróleo para os americanos.

Mas não é só entreguismo. O candidato fascista tem ligações profundas com milícias e com facções criminosas. Ele prestou homenagem a Adriano da Nóbrega, chefe de uma das milícias mais perigosas do Rio de Janeiro. Adriano era um assassino de aluguel. Ele chefiava o Escritório do Crime, uma espécie de central de assassinatos das milícias. Foi esse “Escritório do Crime” que matou a vereadora Mariele Franco e seu motorista. Adriano, que foi morto numa queima de arquivo, era um profissional do crime e recebeu a medalha Tiradentes diretamente das mãos de Flávio Bolsonaro.

Pior do que isso. Flávio empregou a mãe e a mulher de Adriano como funcionárias fantasmas em seu gabinete quando era deputado estadual no Rio de Janeiro. As duas recebiam salário da Alerj sem trabalhar e repassavam uma parte para Fabrício Queiroz – o faz-tudo de Flávio – e outra para o chefe da milícia. A polícia achou na época que era um dos esquemas de lavagem de dinheiro, junto com a loja de chocolates de Flávio na Barra da Tijuca. .

Flávio Bolsonaro, Adriano Nóbrega e Fabrício Queiroz (Foto: reprodução)

Mais recentemente Flávio foi flagrado envolvido também com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, que deu um golpe bilionário no país. O senador apareceu num áudio, obtido pela Polícia Federal, pedindo R$ 134 milhões ao banqueiro ladrão para bancar um filme de propaganda do golpista Jair Bolsonaro, que está preso. Sabe-se que deste total, foram repassados para as mãos de Flávio R$ 61 milhões, que até hoje não se sabe onde foram parar. O escândalo caiu como uma bomba na campanha fascista. Até hoje o candidato não se recuperou nas pesquisas.

O dinheiro público roubado pelo Master de servidores e do BRB foi mandado para os Estados Unidos. Foi para um fundo administrado pelo irmão de Flávio, o conspirador Eduardo Bolsonaro, que frequenta os porões da Casa Branca e instiga há mais de um ano o governo americano a sancionar o Brasil e a prejudicar a economia do país. A polícia suspeita que além do filme, o dinheiro que Flávio amealhou junto ao banqueiro criminoso foi usado para bancar a conspiração de Eduardo contra o Brasil nos EUA.

Flávio jurava de pés juntos que nunca tinha conversado com Daniel Vorcaro. O escândalo o desmascarou. Ele se desmoralizou totalmente. Depois, ele tentou alegar que não sabia que o banqueiro era criminoso. Foi desmascarado novamente, porque logo em seguida, veio à tona outra bomba. A de que ele visitou o banqueiro em São Paulo quando este já usava tornozeleira eletrônica. Ou seja, já tinha sido preso. O próprio presidente do PL, Valdemar Costa Neto, confirmou que ele foi lá pedir mais dinheiro.

Em suma, desde que entrou na política, pelas mãos do chefe da tentativa de golpe em 2022, Flávio tem envolvimento com ilícitos. Mas a coisa é ainda mais grave do que se pensava. Recentemente os principais aliados de Flávio no Rio de Janeiro foram presos por ligações com o Comando Vermelho. O maior deles, Rodrigo Bacelar, ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio e candidato de Flávio para suceder Cláudio Castro, foi preso, e continua preso, por trabalhar para a facção criminosa.

Flávio Bolsonaro bajulando Trump (Foto: RS/Fotos Públicas)

Dois secretários de Estado indicados por Flávio para o governo de Castro também foram presos por trabalharem para o Comando Vermelho (CV). São ele, o Secretário Estadual de Esportes do Rio de Janeiro, Alessandro Pitombeira Carracena, que foi preso durante a Operação Anomalia, da Polícia Federal, que investiga a facção criminosa, e o Secretário de Defesa do Consumidor, Gutemberg Fonseca, que acabou atrás das grades por também ter ligações com a mesma facção criminosa do Rio de Janeiro.

Ou seja, Flávio representa a intenção da bandidagem – que já vinha ocupando amplos espaços no poder público do Rio – de chegar ao centro do poder político do país, em Brasília. Mais do que isso, ele representa a submissão mais desavergonhada aos interesses mesquinhos de Donald Trump de explorar o Brasil e impedir o desenvolvimento do país. É exatamente isso que está em jogo nas próximas eleições. De um lado, está Lula, que representa o progresso e o futuro da nação, e, de outro, está a bandidagem, as milícias e a humilhação do Brasil diante de Trump.

SÉRGIO CRUZ

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