Contra-ataques iranianos superam Domo de Ferro e atingem Tel Aviv

Tel Aviv atingida por míssil iraniano. O agressor, Israel, já havia sido advertido como alvo legítimo pelo governo iraniano (Ilan Ron/Haaretz)

Iranianos asseguram que o porta-aviões USS Gerald Ford foi atingido e teve que bater em retirada

A resposta das Forças Armadas do Irã ao ataque covarde e bárbaro dos Estados Unidos e Israel não pararam desde o primeiro momento da agressão perpetrada por Trump e Netanyahu.

Em declaração do Sheikh Hassan Khaliloo, “a diferença entre nós e o nosso inimigo é que eles atingem escola com dezenas de mortos e assassinam o nosso líder máximo, Ali Kamenei, e nós atingimos suas bases militares, território ocupado e porta-aviões”.

Vídeo que acaba de nos enviar, sobre o Túnel dos Drones, mostra que o Irã preparou de forma quase inacreditável seu poder dissuasório e Trump já começa a admitir perdas e que as baixas de suas forças vão prosseguir.

Veja o vídeo:

Seguem outras fotos e vídeos que demonstram a força com que o Irã tem conseguido responder à agressão que ocorreu em meio a rodadas de negociações que foram usadas como cortina de fumaça na vã tentativa de surpreender as forças iranianas, que, como podemos ver nas fotos e vídeos, tiveram o intuito fracassado.

No primeiro vídeo gravado por um turista chinês nas proximidades do porta-aviões Gerald Ford (o mesmo que teve as latrinas entupidas) mostra uma espessa nuvem de fumaça subindo a partir dele. Veja no link abaixo:

https://www.instagram.com/reel/DVVOltNgDTH/?igsh=MW5scXF3Mnp1aDI2eg==

A foto destacada mostra uma bola de fogo no centro de Tel Aviv depois que um míssil supera a defesa que Israel chama de Domo de Ferro.

Bases norte-americanas e outros alvos – como advertiram autoridades iranianas – foram danificadas no Bahrein, Emirados Árabes, Arábia Saudita, Kuwait, além das cidades de Doha e Abu Dabi.

Veja vídeo em que radar norte-americano é atingido no Bahrein:

O Irã também se comprometeu – a partir do assassinato do aiatolá Ali Kamenei – a uma retaliação devastadora.

Em dezenas de cidades dos EUA, norte-americanos tomaram as ruas para exigir que Trump suspenda o ataque vil e insensato.

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