Edinho: “vestir bonezinho de Trump” é a marca de Flávio e família Bolsonaro

Presidente nacional do PT, Edinho Silva (Foto: Valter Campanato - Agência Brasil)

E “700 mil covas abertas” na pandemia de Covid-19 no Brasil, acrescentou o presidente do PT

O presidente do PT, Edinho Silva, afirmou que o “passado” da família Bolsonaro é de “700 mil covas abertas” na pandemia de Covid-19 no Brasil por conta do negacionismo.

Edinho Silva ainda apontou que a marca da família Bolsonaro é de “vestir o bonezinho do Trump e se alinhar a ele quando Trump atacava as empresas brasileiras”.

O presidente do PT se refere à defesa feita pelos bolsonaristas das sanções impostas pelo governo dos Estados Unidos contra empresas brasileiras.

Naquele momento, a família Bolsonaro apoiou o tarifaço para tentar salvar Jair de sua condenação no Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado.

Na avaliação do ex-ministro e ex-prefeito de Araraquara, a campanha de Flávio Bolsonaro (PL) tem tentado apresentá-lo como um “copo vazio, como se ele não tivesse passado, como se a família Bolsonaro não tivesse passado”.

“Eles têm passado, e o passado deles significa 700 mil covas abertas no Brasil na pandemia por conta do negacionismo”, continuou Edinho.

Enquanto especialistas do mundo todo apontavam que o distanciamento social e o uso de máscaras eram fundamentais para evitar a propagação da Covid-19, o governo de Jair Bolsonaro optou por estimular aglomerações e disseminar fake news.

Além do mais sabotou e adiou a compra das vacinas, que poderiam proteger a população contra o contágio.

A marca de 700 mil mortes foi ultrapassada em março de 2022. Ao final do mandato de Bolsonaro na Presidência, o Brasil tinha 3.300 mortes por milhão de habitantes, enquanto a média mundial era de 844 mortes por milhão.

A CPI da Pandemia, que investigou a atuação criminosa do governo Bolsonaro na condução da resposta do Brasil ao vírus, apontou que Flávio Bolsonaro era membro do “núcleo de comando” da organização criminosa, que atuava dando orientações e diretrizes para os outros núcleos.

Além disso, assessores de Flávio Bolsonaro eram responsáveis por administrar perfis falsos que disseminavam notícias falsas sobre a pandemia. O senador chegou a usar suas redes sociais pessoais para desestimular a população a se vacinar.

“O passado deles foi o sucateamento das empresas públicas, a criação do Banco Master, a criação de esquema para roubar aposentados no INSS”, acrescentou Edinho.

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