Itamaraty condena ditadura israelense pela proibição da entrada de católicos na Igreja do Santo Sepulcro

Ditador Benjamim Netanyahu (Foto: The Guardian)

O fascista Benjamim Netanyahu colocou a polícia para reprimir católicos e afrontar o Papa e todos os seus seguidores em pleno Domingo de Ramos

O Governo brasileiro O governo brasileiro, por meio do Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty), emitiu uma nota oficial no domingo, 29 de março de 2026, condenando a ação da polícia de Israel que impediu o acesso de líderes católicos à Igreja do Santo Sepulcro, em Jerusalém, onde Jesus foi enterrado, para a celebração da missa de Domingo de Ramos.

O Brasil reafirmou a importância de respeitar os locais sagrados e a liberdade religiosa, expressando preocupação com a escalada de arbitrariedades na região. A polícia israelense impediu o acesso do Cardeal Pierbattista Pizzaballa, Patriarca Latino de Jerusalém, e do Custódio da Terra Santa, Monsenhor Francesco Ielpo, à Igreja do Santo Sepulcro, em Jerusalém Oriental, onde celebrariam, hoje, a missa do Domingo de Ramos.

Igreja do Santo Sepulcro (reprodução)

A ditadura israelense, chefiada pelo genocida Benjamin Netanyahu, alegou “razões de segurança” e a necessidade de evitar aglomerações, classificando a movimentação dos líderes como indevida no contexto de tensão. Essa ação ocorre na sequência da imposição, pelos fascistas israelenses, ao longo das últimas semanas, de restrições à entrada de fiéis cristãos no referido santuário, assim como de fiéis muçulmanos, durante o Ramadã, na Esplanada das Mesquitas (“Haram Al-Sharif”), também em Jerusalém Oriental.

O governo brasileiro classificou a proibição coo de extrema gravidade. Tais ações recentes, são contrárias ao status quo histórico dos sítios sagrados cristãos e islâmicos de Jerusalém e ao princípio da liberdade de culto, o Brasil recorda o parecer consultivo da Corte Internacional de Justiça de 19 de julho de 2024, o qual concluiu que a continuada presença de Israel no Território Palestino Ocupado é ilícita e que aquele país não está habilitado a exercer soberania em nenhuma parte do Território Palestino Ocupado, incluindo Jerusalém Oriental.

O primeiro ministro da Espanha, Pedro Sanchez, criticou o impedimento da celebração do Domingo de Ramos em Jerusalém. “Netanyahu impediu que os católicos celebrassem o Domingo de Ramos em locais sagrados de Jerusalém. Sem qualquer explicação ou justificativa. Condenamos este ataque injustificado à liberdade religiosa e exigimos que Israel respeite a diversidade de crenças e o direito internacional”, escreveu no X.

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