Líder máximo do Irã foi assassinado por Trump e Netanyahu

Aiatolá Ali Kamenei liderou o Irã desde 1989 (AFP)

O governo de Teerã e dirigentes iranianos reconheceram a morte do líder supremo Ali Kamenei

O ataque ao líder do Irã, aiatolá Ali Kamenei, ocorreu na manhã de sábado (28) e sua morte foi anunciada algumas horas depois. Ao comunicar a perda ocorrida com o ataque ao escritório do aiatolá, informou o governo que foi decretado o luto de 40 dias, sendo os sete primeiros considerados dias de feriado nacional.

O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, repudiou “o assassinato da maior autoridade política da República Islâmica do Irã pelo eixo EUA-Israel”. “Responder a este ataque covarde e bárbaro é nosso dever e direito legítimos”, destacou o presidente iraniano.

A declaração de Pezeskkian ocorre depois do Irã haver respondido com seus mísseis e drones ao ataque dos EUA e Israel neste sábado, contrra alvos civis, incluindo uma escola de meninas que assassinou dezenas de crianças em dia de aula. As primeiras ondas da resposta iraniana atingiream o centro de Tel Aviv e ainda alvos em Doha, Abu Dabi, Bahrein, Kuwait, Emirados Árabes, e vários outros.

Ali Kamenei estava no comando ideológico da Revolução Iraniana há 37 anos, na qual teve participação central, desde o falecimento do aiatolá Rukhola Komeini, que liderou o levante contra a ditadura vassala dos Estados Unidos no Irã.

A atitude soberana do governo iraniano revolucionárrio, ao nacionalizar o petróleo, lançar um bem sucedido programa de enriquecimento do urânio para fins pacíficos, prestar apoio às lutas independentistas na Palestina, Líbano, Síria e Iêmen, além do estabelecimento de relações diplomáticas independentes, particuarmente com a Rússia e a China, levou os Estados Unidos a uma postura agressiva através da qual quer de volta o domínio do petróleo e um governo subserviente que Kamenei, demais diriegentes e generais deixaram claro, seguindo os passos de Komeini, jamais aceitaram.

Antes mesmo da agressão iniciada neste sábado, os Estados Unidos já vinham ameaçando, deslocando naves de guerra, inclusive dois porta-aviões para a região, além de fomentarem abertamente levantes visando golpear o governo iraniano.

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