“Mudança de regime deve começar em casa”, diz Jane Fonda ao condenar agressão de Trump ao Irã

"Trump é um desequilibrado", afirma Jane Fonda ao condenar agressão ao Irã (Redes Sociais)

No centro de Los Angeles, a atriz e ativista Jane Fonda juntou-se a centenas de manifestantes para protestar contra os ataques dos EUA e de Israel ao Irã, pedindo o fim da guerra. Em seu discurso no protesto, ela traçou paralelos com a Guerra do Vietnã e incentivou os americanos a irem às ruas para impedir uma escalada ainda maior do conflito.

Segue o vídeo com o pronunciamento da destacada atriz:

Veja o que disse a atriz Jane Fonda:

Esse ataque é um ato desesperado e imoral na espectativa de que ele [Trump] possa ganhar alguns pontos declarando uma vitória. O que ele vai conseguir é ser declarado um presidente da guerra. Acha que, com esse truque político, poderia gerar apoios. Mas eu acredito, de verdade, é que bastante pessoas aprenderam com a Guerra ao Vietnã, Guerrra ao Iraque, Guerra ao Afeganistão e outras desnecessárias e ilegais.

E nós podemos dizer alto e claro que o povo dos Estados Unidos está aqui hoje para afirmar aos do governo Trump que vocês podem desencadear uma guerra em nosso nome, mas não com nosso consentimento. Trump é um homem triste, desequilibrado. Ele está em guerra em várias frentes, está em guerra contra a democracia, contra nossos direitos constitucionais, especialmente a nossa Primeira Emenda, que nos dá o direito à livre expressão e a liberdade de reunião.

Ele está em guerra contra aqueles entre nós que acreditam que o direito de dissentir é a essência da democracia. Trump está em guerra com as famílias de imigrantes, está definitivamente em guerra contra o meio ambiente.

Estamos aqui hoje para agradecer a vocês por terem vindo. Estaremos nas ruas amanhã, nos dias seguintes e nas semanas que virão para exigir que esta nova guerra no Oriente Médio pare. Estaremos aqui para dizer que a mudança de regime comece em casa

A coalizão Answer listou protestos que aconteceram no sábado, incluindo Nova Iorque, Atlanta, Baltimore, Boston, Chicago, Cincinnati, Denver, Las Vegas, Miami e Minneapolis.

Assim retratou a marcha em Nova Iorque a agência chinesa CGTN

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