“Não contou os votos”, disse a ministra, e fraudou a decisão que autorizou a quebra dos sigilos bancário e fiscal do filho do presidente Lula, Fábio Luís da Silva, o Lulinha
A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT), afirmou que o senador Carlos Viana (Podemos-MG) “não contou os votos” e fraudou a decisão da CPI do INSS que autorizou a quebra dos sigilos bancário e fiscal do filho do presidente Lula, Fábio Luís da Silva.
Parlamentares presentes afirmam que Viana ignorou 7 votos para dizer que a maioria queria a aprovação do requerimento das quebras dos sigilos.
“Foi golpe do presidente da CPMI. Temos maioria. Tínhamos ganhado a votação anterior. Ele não contou os votos. Fez votação simbólica e tratorou ao anunciar o resultado. Vamos recorrer disso”, informou a ex-presidente do PT.
O caso gerou confusão na sessão da CPI do INSS, que ocorreu nesta quinta-feira (26), e a sessão foi interrompida.
Ao colocar em votação o requerimento de quebra dos sigilos de Fábio Luís, Carlos Viana disse ter contado visualmente somente 7 votos contrários.
Os membros da CPI aliados do governo, no entanto, dizem que pelo menos 14 parlamentares votaram contra o requerimento.











