As forças de ocupação de Netanyahu invadem o sul do Líbano e instam os moradores da região a deixarem seus lares e a se deslocarem até a margem norte do rio Litani.
O governo libanês condena a invasão e diz que já providenciou abrigo parra 84 mil que ficaram repentimamen sem teto e que as opções de abrigo estão esgotadas.
Sob pretexto de atrito com a força de resisência libanesa, Hezbollah, que se colocou solidária ao povo iraniano diante da agressão do eixo EUA-Israel, estão bombardeando as cidades perto da fronteirra com Israel.
O ministro da ocupação de Israel, o nazista Israel Katz, disse que aprovou junto ao primeiro ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, que as forças israelenses invadam e ocupem o que chama de “áreas estratégicas” no sul do Líbano.
“A 91ª Divisão está operando no sul do Líbano e está posicionada em vários pontos estratégicos da área como parte do “fortalecimento do sistema de defesa avançada”, comunicou o exército israelense.
Como amplamente divulgado pela mídia, em resposta à agrressão bárbara, os iranianos realizaram vários ataques com mísseis e drones contra Israel e bases militares americanas em países do Golfo.
O Hezbollah comunicou na terça-feira, que atingiram com foguetes e drones, três bases militares no norte de Israel e nas Colinas de Golã, ocupadas por Israel na Síria.
“Israel continua seus violentos bombardeios. Desta vez sobre Dahye, ao sul de Beirute. Netanyahu (graças a Trump) já tem a ‘guerra regional’ que sempre procurou.”
As Forças de Defesa de Israel ordenaram que todos os residentes do sul do Líbano evacuassem “urgentemente” a área ao sul do rio Litani.
O ministro de Assuntos Sociais do Líbano informou que vinte pessoas foram mortas em ataques israelenses na quarta-feira e que não há mais vagas para abrigar os deslocados em Beirute e Sidon. Até quarta-feira, pelo menos 84 mil pessoas estavam abrigadas em 99 centros de acolhimento de emergência em todo o país, após ordens de evacuação das Forças de Defesa de Israel.
O Ministério da Saúde libanês anunciou que 72 pessoas foram mortas e 437 ficaram feridas desde o início da guerra; 20 pessoas foram mortas na quarta-feira.
Ao mesmo tempo, a mídia libanesa noticiou que forças israelenses haviam entrado nas aldeias fronteiriças de Mays al-Jabal e al-Khiam. A Síria havia anunciado anteriormente o fechamento de sua passagem de fronteira com o Líbano, após Israel ter alertado que se preparava para atacar a região.
Segundo uma das fontes, existe uma grande pressão para reduzir a tensão com Israel. “Todos sabem que o que está por vir é muito pior e mais difícil”, disse a fonte.
Na manhã de terça-feira, as Forças de Defesa de Israel (IDF) emitiram avisos de evacuação para moradores de 16 aldeias no sul do Líbano. O alerta foi agora ampliado para incluir, pela primeira vez, toda a área ao sul do rio Litani.
O comando das tropas de ocupação e usurpação de Israel afirmam ter atacado infraestruturas e instalações do Hezbollah em Beirute e emitiram um alerta de evacuação aos moradores de Dahiyeh, recomendando que se mantivessem a pelo menos 300 metros de distância da área na capital libanesa.
Israel não encerrará a guerra com o Irã até que a ameaça do Hezbollah seja “eliminada”, ameaça o chefe das Forças de Israel, Yaniv Kubovich.
A força de paz da ONU no sul do Líbano (UNIFIL) afirmou que seu pessoal documentou tropas israelenses “cruzando para o território libanês perto das aldeias de Markaba, Al-Adaisseh, Kfar Kila e Ramyah”, em violação à Resolução 1701 do Conselho de Segurança.











