Iranianos formaram nesta terça-feira, 7, correntes humanas em torno das centrais elétricas do país, diante da ameaça de Trump de atacá-las caso o governo não abra o Estreito de Ormuz para passagem dos navios americanos e israelenses.
Também se formaram filas nas pontes sob ameaça de destruição pelo ditador da Casa Branca.
Líderes de diversos países estão se manifestando e pedindo que Trump não embarque nesta insanidade genocida, cujo desejo acaba de manifestar em declaração que lembra as chacinas hitleristas, que é o de acabar com a civilização persa.
A Rússia até aqui foi a que mais claramente se manifestou contra os crimes de guerra de Washington: “Aumentam a ferocidade e a capacidade destrutiva dos ataques cujos alvos não são apenas instalações militares, como também a infraestrutura civil, inclusive, cada vez com mais frequência instalações nucleares que estão sob salvaguardas da Agência Internacional de Energia Atômica sucursal da ONU.”
“Os crescentes ataques imprudentes contra a central nuclear de Bushehr já provocaram vítimas e geram preocupação especial. A sombra de uma catástrofe radiológica se estende por toda a região do Golfo Pérsico e parte adjacente da Eurásia”, declara a embaixada russa no México.
O Ministério de Relações Exteriores da Federação Russa condenou que a agressão “já tirou a vida de milhares” e “está destruindo escolas, hospitais e o patrimônio cultural mundial. São lançados ataques contra as missões diplomáticas e consulares, o que contradiz os postulados básicos das relações internacionais e é grave violação das Convenções de Genebra”.











