Juliana Brizola lidera disputa pelo governo do RS, aponta Quaest

Juliana Brizola - Foto: Reprodução/Instagram

Uma nova pesquisa eleitoral divulgada pelo instituto Genial/Quaest aponta cenário de disputa acirrada pelo governo do Rio Grande do Sul nas eleições de 2026, com liderança da pedetista Juliana Brizola.

De acordo com o levantamento, Brizola aparece com 24% das intenções de voto no primeiro turno, seguida pelo deputado federal Luciano Zucco, que soma 21%. Considerando a margem de erro de três pontos percentuais, os dois estão tecnicamente empatados na corrida eleitoral.

A pesquisa, realizada entre os dias 24 e 28 de abril, ouviu 1.104 eleitores do estado e possui nível de confiança de 95%.

Outros nomes aparecem mais distantes no cenário estimulado. O atual vice-governador Gabriel Souza registra 6% das intenções de voto, enquanto demais pré-candidatos pontuam abaixo disso. O levantamento também revela um alto índice de indecisos, indicando que o cenário ainda está em aberto.

Em uma eventual disputa de segundo turno entre Brizola e Zucco, a candidata do PDT aparece à frente, com 35% das intenções de voto, contra 27% do parlamentar do PL. Ainda assim, uma parcela significativa do eleitorado permanece indecisa ou declara voto em branco ou nulo.

SENADO

A mesma pesquisa também avaliou a corrida para o Senado no Rio Grande do Sul e aponta um cenário ainda mais fragmentado. A ex-deputada federal Manuela d’Ávila lidera numericamente, com cerca de 13% a 14% das intenções de voto, dependendo do cenário analisado.

Na sequência, aparecem nomes como o ex-governador Germano Rigotto, com cerca de 12%, e os deputados federais Paulo Pimenta e Marcel van Hattem, ambos com índices de 9% a 10%.

Também são citados Ubiratan Sanderson e Frederico Antunes, com percentuais menores. Apesar da liderança de Manuela, os dados indicam empate técnico entre vários candidatos, além de um elevado número de indecisos — cerca de 28% — e eleitores que pretendem votar em branco ou nulo.

Segundo o instituto, o quadro evidencia uma disputa aberta pelas duas vagas ao Senado, que deve permanecer indefinida até o avanço da campanha eleitoral.

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