Assassino de crianças, ‘Bibi’ Netanyahu diz que Flávio Bolsonaro “é o cara”

Ditador israelense destruiu Gaza (Foto Haaretz)

Ditador israelense foi responsável pelo assassinato de mais de 30 mil crianças em Gaza. Ele mandou vídeo à convenção fascista e disse que o candidato Flávio “Rachadinha” é o máximo

O ditador Benjamin Netanyahu, responsável pelo assassinato de mais de 30 mil crianças na Faixa de Gaza, na Cisjordânia e no Irã, gravou uma mensagem em vídeo em apoio à candidatura do fascista brasileiro Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República.

Na gravação enviada ao ato de lançamento da candidatura bolsonarista, realizado neste sábado (25), em São Paulo. o genocida israelense elogiou os feitos de Flávio. No caso, ele devia estar se referindo às ligações do candidato com o banqueiro ladrão, dono do Master e com as milícias e grupos de extermínio. Até porque roubo e extermínio em massa é um assunto em que Netanyahu é um verdadeiro expert.

Na mensagem, Netanyahu cumprimentou Flávio pelo início oficial da campanha e afirmou acreditar que o candidato “poderá conduzir o Brasil a um novo momento de desenvolvimento”. “Desenvolvimento”, no caso, deve ser arrastar o Brasil para as guerras eternas dele e de Trump.

Durante o vídeo, o chefe do regime criminoso de Israel se referiu ao candidato como “meu amigo” e elogiou sua atuação no fortalecimento das relações entre Brasil e Israel. Em inglês, afirmou que Flávio é “um grande campeão do Brasil” e da amizade entre os dois países, além de desejar sucesso na disputa eleitoral.

“Você é um grande campeão do Brasil. Você é um grande campeão da amizade entre os nossos povos e sei que levará o Brasil a patamares cada vez maiores”, afirmou Netanyahu.

Na convenção do PL, o israelense foi mas um dos fascistas que enviaram mensagens de apoio ao candidato. Presente estava também o exótico presidente capacho da Argentina, Javier Milei. Este parecia um louco dançando e pulando de mãos dadas com Flávio ‘Rachadinha’. Esta cena se deu depois do argentino agredir ministros do STF e o presidente Lula.

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