“Saudamos a postura de princípios da China ao rejeitar sanções ilegais contra o Irã”, disse Mohamad Baqer Qalibaf
O presidente do parlamento iraniano, Mohamad Baqer Qalibaf, comentou nesta quarta-feira (26) sobre a decisão da China de rejeitar as sanções dos EUA e defendeu a aliança entre Teerã e Pequim.
“Saudamos a postura de princípios da China ao rejeitar sanções ilegais contra o Irã”, disse Mohamad Baqer Qalibaf em uma mensagem publicada no X na terça-feira.
Qalibaf, destacou que “a parceria estratégica abrangente entre Irã e China é baseada no respeito mútuo, cooperação vantajosa para todos e uma visão compartilhada de um mundo multipolar”. Ele acrescentou que “essa relação não precisa da permissão de ninguém.”
O porta-voz do governo chinês afirmou na terça-feira (25) que defenderia seus interesses após os Estados Unidos anunciarem planos para a “asfixia econômica” do Irã, com sanções contra entidades que negociam com a República do Irã.
“A cooperação entre China e Irã sempre foi realizada dentro do âmbito do direito internacional e não deve estar sujeita a interferência ou distúrbio”, disse Lin Jian, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, em uma coletiva de imprensa.
Ele acrescentou que “A China declarou em diversas ocasiões que se opõe firmemente a sanções unilaterais ilegais … A China tomará todas as medidas necessárias para salvaguardar firmemente seus direitos e interesses”, acrescentou.
A China tem sido o maior parceiro comercial do Irã desde que os Estados Unidos se retiraram em 2018 do acordo nuclear, oficialmente chamado de Plano de Ação Conjunto e Abrangente (JCPOA), e impuseram amplas sanções ao país persa.
As trocas econômicas de Pequim com o Irã, incluindo suas importações de petróleo e produtos petrolíferos, expandiram-se de forma constante nos últimos anos, apesar da crescente pressão das sanções dos EUA sobre os parceiros comerciais do Irã.
Com informações de HispanTV










