Amor ao Brasil e desenvolvimentismo de Lula atraem multidões aos seus comícios

Lula e a soberania nacional (Fotos: Ricardo Stuckert)

O presidente defende a soberania, a democracia e o desenvolvimento acelerado do país. Não abre mão da necessária melhoria da vida do povo. Já Flávio é o oposto. É o atraso, a submissão aos EUA, a corrupção e a miséria dos brasileiros

O Brasil é um país grande e poderoso, tem todas as riquezas que um país pode aspirar, tem um povo competente, lutador e que acredita no seu futuro e um empresariado capaz e criativo. Desde que surgiu como nação, o país luta heroicamente contra a ganância estrangeira e a espoliação de suas riquezas e de seu trabalho.

ESPERANÇA

Hoje vivemos um momento de agudização da luta pela independência e pela democracia. Lula representa o futuro e a esperança num Brasil que seja dos brasileiros e para os brasileiros. Num Brasil do povo e para o povo. Lula lidera a luta pela soberania nacional, pelo desenvolvimento e pela melhoria de vida de sua população. Já Flávio Bolsonaro representa o atraso, a miséria, o fascismo, a humilhação e a submissão do Brasil à arrogância do império falido e desdentado de Donald Trump.

Lula defende o desenvolvimento soberano e Flávio quer transformar o Brasil numa republiqueta submissa, ou até mesmo numa nova colônia dos EUA. De um lado está a nação, com seu sonho de desenvolvimento e, de outro, está o imperialismo e seus capachos querendo destruir a esperança e a economia nacional para manter o país na escravidão e na miséria.

Lula quer Brasil livre, desenvolvido e soberano (Foto: Ricardo Stuckert)

A realidade política atual está confirmando de forma categórica o que disse há muito tempo o grande brasileiro, o jornalista e historiador Barbosa Lima Sobrinho: “No Brasil só há dois partidos políticos. O de Tiradentes e o de Silvério dos Reis”. A contradição entre a nação e seu povo, de um lado, representados por Lula e seus aliados, e o imperialismo e seus agentes internos, representados por Trump e a quadrilha Bolsonaro, está no centro da atual luta política no país.

TRAIDORES DA PÁTRIA

A família Bolsonaro é a versão de hoje dos traidores que se venderam no passado para impedir a independência e o progresso do Brasil. Silvério, Carlos Lacerda e Calabar são exemplos desse tipo de criminoso. Silvério traiu o Brasil para que o ouro fosse levado de nossa terra. O ouro foi embora e, como tem dito Lula em seus comícios, citando o escritor Eduardo Galeano: “O ciclo do ouro deixou buracos no Brasil para adornar os palácios de Portugal e para enriquecer a Inglaterra”. Agora, repetindo os traíras, Flávio Bolsonaro promete a Trump entregar as terras raras e os minerais críticos brasileiros – o outro da atualidade – à sanha do governo norte-americano. Uma traição nacional desvergonhada.

Assim como naquela época Silvério aceitou um gordo suborno em dinheiro para se vender aos exploradores de Portugal, Flávio Bolsonaro está atolado até o pescoço no mesmo tipo de corrupção e orgia financeira. Recebeu milhões de um banqueiro ladrão, que assaltou os cofres públicos para financiar a traição ao país. Os R$ 69 milhões que Flávio recebeu de suborno do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, foram parar numa conta do irmão nos EUA e serviu para financiar a conspiração dos bolsonaros contra o Brasil.

O nacional-desenvolvimentismo de Lula, que está arrastando multidões, resgata a grande trajetória da formação da nação brasileira. Resgata a luta histórica do povo contra a exploração estrangeira e por melhores dias para a sua gente. Os parasitas, que querem manter o país no atraso e só pensam em esfolar os trabalhadores, se insurgem raivosamente contra esse projeto de desenvolvimento liderado pelo presidente Lula.

INDÚSTRIA FORTE

Eles querem destruir a indústria nacional, querem que o Brasil se mantenha como paraíso da especulação financeira e não passe de uma neocolônia dos EUA. O que Lula representa é a luta para que o Brasil seja um país desenvolvido, com indústria forte e socialmente justo. Lula mostrou, em seu recente discurso na ONU, que está disposto a construir esse Brasil soberano, desenvolvido e próspero. “O Brasil não cabe no quintal de ninguém”, disse ele, confrontando as pretensões imperialistas da Casa Branca.

É exatamente pelo fato de Lula representar a esperança num futuro radiante, que multidões estão comparecendo aos seus comícios. É a esperança e a convicção, que está brotando com força em todos os cantos do país, de que é possível e viável construirmos um Brasil desenvolvido, moderno e justo para todos. Lula representa essa esperança.

O projeto fascista da família Bolsonaro é o contrário de tudo o que o Brasil quer e necessita. O fascismo bolsonarista representa o retrocesso, a rendição do país aos açambarcadores estrangeiros, a superexploração dos trabalhadores, a corrupção desenfreada e a entrega do patrimônio e das riquezas do país à sanha de Trump & Cia.

ESTADO NA ECONOMIA

Lula representa, portanto, a retomada forte do nacional-desenvolvimentismo, uma corrente de pensamento e de política econômica que garantiu o desenvolvimento do Brasil através da intervenção ativa do Estado para promover a industrialização, a infraestrutura e o crescimento autônomo do país. Durante muito tempo os arautos do neoliberalismo mantiveram essa corrente política e esse modo de pensar o Brasil na defensiva.

Sua retomada por Lula e a liderança que ele exerce no país são a certeza de que está se consolidando a força política necessária para completar a independência econômica e garantir um futuro de progresso e de bem-estar para o povo brasileiro. O projeto fascista de Flávio e do restante de sua família representa o inverso de tudo isso. O Brasil quer e está muito próximo de derrotar definitivamente o fascismo, os traidores da pátria, a corrupção e o entreguismo desavergonhado. Bora Lula!

SÉRGIO CRUZ

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