Além disso, destinou emenda parlamentar – R$ 200 mil – a um miliciano envolvido na morte de Marielle Franco
A campanha do presidente Lula (PT) denuncia que Flávio Bolsonaro (PL) tem ligação e financiou, com emendas, a milícia do Rio de Janeiro e defendeu o assassino de uma menina de cinco anos de idade. A propaganda foi publicada nas redes sociais.
“A gente sabe que você se preocupa com a segurança da sua família. Mas você confiaria a segurança da sua família a alguém que homenageou um dos maiores matadores do Rio de Janeiro? Confiaria em alguém que destinou emenda a um miliciano envolvido na morte de Marielle? Confiaria em alguém que defendeu o assassino de uma criança de 5 anos? Quando o assunto é segurança, não dá para confiar em Flávio Bolsonaro”, disse a campanha.
O primeiro caso mencionado é o da homenagem concedida por Flávio Bolsonaro ao matador de aluguel e miliciano Adriano da Nóbrega, em 2003.
Quando da homenagem, Adriano estava preso preventivamente por homicídio e Flávio foi até o Batalhão Especial Prisional (BEP) entregar a Medalha Tiradentes, maior honraria do Legislativo do Rio.
Adriano era chefe do Escritório do Crime e sua esposa, Danielle, e sua mãe, Raimunda, foram funcionárias-fantasmas no gabinete de Flávio até 2018.
Já o caso das emendas envolve o envio de R$ 200 mil em emendas parlamentares para um projeto falso liderado por Robson Calixto, conhecido como “Peixe”. Ele foi condenado por participar do assassinato da ex-vereadora Marielle Franco e mantinha conversas constantes com assessores de Flávio.
Por fim, a propaganda eleitoral citou o caso de Ana Clara, criança de 5 anos assassinada em 2021. Mesmo sendo senador e milionário, Flávio Bolsonaro escolheu integrar a defesa do assassino de Ana Clara, o policial militar Bruno Dias Delaroli. Quando foi questionado no debate sobre esse caso, Flávio falou que Lula estava “criminalizando a advocacia”.










