O PL deve lançar Rogério Marinho (PL-RN), ex-coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro, como candidato à Presidência do Senado Federal, enquanto Davi Alcolumbre (União-AP) dialoga com demais partidos.
O partido da família Bolsonaro conseguiu ampliar sua bancada, mas não é capaz de, sozinho, eleger o presidente do Senado. O PL tem 28 senadores, enquanto são necessários pelo menos 41 dos 81 votos.
Caso eleito, Rogério Marinho pode pautar a anistia aos que tentaram dar um golpe de Estado no Brasil, como Jair Bolsonaro. Além disso, pode tentar articular a volta da escala 6×1 por meio do pagamento por hora trabalhada.
O atual presidente do Senado, Davi Alcolumbre, já lançou sua candidatura à reeleição e tem articulado com bancadas de esquerda, centro e direita. Ele tem dito que quer buscar a “pacificação” na política.
Alcolumbre reconheceu o resultado da eleição e disse que o Senado vai manter um diálogo institucional e harmônico com o governo Lula.
Derrotado, Flávio não reconheceu o resultado e fugiu para os Estados Unidos, de onde se autoproclamou “presidente do Brasil”.
Alguns senadores do PL entendem que uma candidatura de Rogério Marinho, caso termine derrotada, pode deixar o partido sem cargos importantes na direção do Senado Federal. Por isso, defendem votar em Alcolumbre.
Outra ala do partido, no entanto, quer que o bolsonarismo se imponha sobre os demais partidos. Para esses, a única alternativa é a candidatura de Marinho.










