Traidor da pátria quer prejudicar o Brasil na tentativa de influenciar nas eleições e socorrer candidatura do irmão
O ex-deputado federal, Eduardo Bolsonaro, conhecido nos meios políticos como “bananinha”, e que mora no Texas, foi a Washington na semana passada para seguir com sua conspiração contra o Brasil junto à extrema-direita americana.
Assim que ele participou de conversas com representantes do governo Trump nos porões da Casa Branca, foi tomada a decisão – logo em seguida – de revogar o visto de embaixadora brasileira nos EUA, Maria Luiza Viotti. Uma atitude que é considerada uma afronta gratuita ao Brasil. Instigados pelos traidores da pátria, integrantes do governo americano querem escalar a crise contra o país.
Outro conspirador inveterado, que também reside nos EUA e também é um bajulador de Donald Trump, Paulo Figueiredo, neto do ditador de triste memória, João Batista Figueiredo, não estava presente nas conversas, mas já havia sido comunicado sobre o cancelamento do visto da embaixadora.
Em postagem nas redes sociais, Figueiredo relatou que fez parte de um grupo restrito de jornalistas que recebeu a informação sobre o cancelamento do visto de Viotti. O comparsa de Eduardo Bolsonaro afirmou que a conspiração continua e que o governo americano teria informado a Figueiredo que novos cancelamentos de visto e outras medidas não estão descartados.
O pretexto da Casa Branca para o cancelamento do visto da embaixadora brasileira foi a demora por parte do Itamaraty para a concessão da aceitação diplomática ao embaixador indicado pelos EUA, Daniel Perez, para atuar em Brasília. O governo brasileiro está analisando o nome do indicado. Daniel Perez é um gusano, integrante da horda trumpista que viria ao Brasil para também tentar tumultuar as eleições presidenciais de outubro.
O grupo de Eduardo Bolsonaro nos EUA comemorou a medida contra a embaixadora, apostando em uma escalada da crise para tentar favorecer Flávio Bolsonaro. Para eles, não interessa que tudo isso prejudique o Brasil. Eles estão interessados apenas em obter apoio eleitoral dos EUA para depois, se fossem eleitos, venderem o país a Trump.
Na reunião com jornalistas, o representante da gestão Trump também falou sobre a negativa de visto do Itamaraty a dois funcionários do Departamento de Estado que viajariam ao Brasil para tentar tumultuar as eleições brasileiras. O governo brasileiro impediu a entrada dos dois afirmando que sabia que os americanos tinham o objetivo de questionar o sistema eleitoral brasileiro.










