Finge na TV que é durão, mas está no bolso das facções e das milícias. Seus aliados do Rio são todos do CV. Diz que vai aliviar impostos para os ricaços e anuncia um tesouraço na Previdência, nos salários e nos serviços para o povo
São duas as mentiras repetidas diariamente por Flávio Bolsonaro na TV. A primeira é que ele seria duro com bandidos e milicianos e a segunda, que vai aplicar um “tesouraço” contra os impostos. Seu tesouraço é na verdade, contra o povo e os serviços públicos e em benefício dos ricaços.
Sobre a primeira mentira, vamos ao que interessa. Flávio é totalmente ligado às milícias e às facções. Sempre defendeu que milícias eram uma “boa forma de policiamento” no Rio de Janeiro. Protegeu Adriano da Nóbrega, assassino e chefe de uma das milícias mais perigosas do estado. O plano que ele esconde é, na verdade, levar as milícias para o poder em Brasília e fortalecê-las.
Fala em aumentar penas dos presos, acabar com saidinhas, etc. Tudo conversa fiada. Defendeu a saída geral de presos que depredaram Brasília no 8 de janeiro. Defendeu mordomias para seu pai, preso por tentativa de golpe. Homenageou assassinos e criminosos levando medalha para eles dentro da cadeia. Tratava os assassinos como heróis.
Sua fala grossa na TV é pura encenação. Todos os principais aliados de Flávio no Rio de Janeiro foram afastados por corrupção ou estão presos por ligações com o Comando Vermelho. Não vai combater facção nenhuma porque é aliado delas. Seu candidato a governador do Rio era Rodrigo Bacellar, que está preso por atuar para o Comando Vermelho. Mas não é só isso.

Ele nomeou dois secretários no governo de Cláudio Castro, também cassado por corrupção. Esses dois secretários são Alessandro Pitombeira Carracena, secretário de Esportes, e Alessandro Pitombeira Carracena, secretário de Defesa do Consumidor. Os dois também foram presos por trabalharem para o Comando Vermelho. É óbvio que ele não vai combater o crime organizado porque está mancomunado com ele. Se Flávio for eleito, isso significa o crime organizado chegando ao poder.
Fala em classificar as facções como organizações terroristas. Até parece coisa séria. Mas não é. É só uma macaqueação de Donald Trump que já anunciou isso. Fez essa misancene toda para poder fingir que combatia o narcotráfico e poder roubar o petróleo da Venezuela. Quer fazer o mesmo no Brasil. Roubar nossas terras raras e minerais críticos. Por isso afala de Flávio é pura demagogia. Ele é ligado, como vimos, ao Comando Vermelho e às milícias e, portanto, não só não vai combatê-las como vai fortalecê-las.

A segunda mentira repetida várias vezes é que vai cortar impostos e aliviar as dívidas das pessoas. Outra mentira. O “tesouraço” que ele fala é contra investimentos públicos, salários e programas sociais. Não é para aliviar ninguém. É para arrochar mais. Seu coordenador de campanha, Rogério Marinho, já deixou isso claro. Ele disse que vai fazer uma outra reforma da Previdência porque, segundo ele, ela já não cabe mais no orçamento. E anuncia corte de impostos que para os ricaços. Vai falir a Previdência. É para os ricaços que Flávio quer governar. Para o povo, ele promete o “tesouraço”, que nada mais é do que cortes nos salários, nos serviços, nos direitos e nos investimentos públicos.
Sim porque quando ele diz que vai cortar impostos dos ricaços, que já pagam muito poucos impostos no país, o que ele está dizendo é que não vai haver mais dinheiro para os serviços públicos, para a Previdência e para os investimentos. Quando Flávio fala em “Estado menor”, o que ele está dizendo é menos serviços para a população. É piora na Educação, na Segurança, na Saúde, etc.
Esse “tesouraço” que ele promete impor ao país é para causar uma recessão e quebradeira de empresas para fazer explodir o desemprego. É isso o que querem e defendem os banqueiros e demais especuladores. Forçar o desemprego para arrasar a economia. Dizem que isso baixa os juros mas é mentira. Eles querem poder desviar mais dinheiro do setor produtivo para a especulação financeira. Esse é o plano de Flávio com seu tesouraço. Milei fez algo parecido na Argentina e o país afundou na maior crise de desemprego de suas história.











